Curto-circuito causa incêndio na cadeia de PG
<b style="font-family: "Titillium Lt"; color: rgb(0, 0, 0);">Autoridades da área de segurança pública confirmaram que um curto circuito atingiu a primeira galeria da ala velha, onde ficam 79 detentos</b>

Autoridades da área de segurança pública confirmaram que um curto circuito atingiu a primeira galeria da ala velha, onde ficam 79 detentos
Um incêndio atingiu a primeira galeria da Cadeia Pública Hildebrando de Souza, em Ponta Grossa, na tarde desta segunda-feira (8). No local, colchões e cobertores acabaram queimados e nenhum detento se feriu, pois no momento que o fogo começou todos estavam no horário do banho de sol. Segundo a direção do presídio, o motivo do incêndio foi um curto-circuito nas instalações da galeria.
Em função da fumaça tóxica que saiu do local 7 detentos precisaram de atendimento médico dentro da cadeia. Na ala do incêndio ficavam 79 detentos que serão realocados para outra galeria até que uma avaliação e reparos da estrutura queimada sejam realizados. O incêndio na Cadeia Pública de Ponta Grossa mobilizou a Polícia Militar (PM), Corpo de Bombeiros, Samu, Siate e Serviço de Operações Especiais (SOE).
Com a transferência de detentos para outra ala o problema de superlotação na unidade de segurança pode agravar, conforme aponta Luis Carlos Almeida, presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Ponta Grossa (Conseg). “A penitenciária (PEPG) do estado é modelo a nível Brasil. Ali tem todo o sistema de controle, a capacidade está dentro dos parâmetros exigidos, ao passo que no Presídio Hildebrando de Souza, segundo levantamento estava com 950 presos onde a capacidade é de 360”, informa Luis Carlos.
Reintegração de presos
Segundo o presidente do Conseg, uma das iniciativas da nova gestão é a construção de um espaço para que os detentos da Cadeia Pública Hildebrando de Souza possam trabalhar. “Eles vão ter uma renda e automaticamente a família deles, capacitando para quando sair se reintegrem a sociedade e estejam aptos para exercer uma profissão”, comenta Luís.
A proposta do conselho prevê a criação de uma associação por meio da instalação de um barracão com maquinário para reciclagem. “Existem presos que são perfeitamente passíveis de serem recondicionados a nossa sociedade”, aponta o líder do Conseg. Outros detalhes sobre a construção e a compra das máquinas não foram revelados pelo presidente do conselho.





















