Prolar e Caixa entregarão 1,1 mil residências até junho

A Companhia de Habitação de Ponta Grossa (Prolar), em parceria com a Caixa Econômica Federal, fará neste ano a entrega das 1.127 moradias dos conjuntos Costa Rica I, II e III. A previsão é de que as chaves serão distribuídas aos novos moradores no final de junho, diz o presidente da Prolar, Dino Schrutt.
As casas do Costa Rica I deveria ter sido entregue ainda no final de 2014. Posteriormente, esse cronograma foi adiado para o primeiro bimestre de 2015. No entanto, o ato precisou ser postergado uma vez mais, por questões envolvendo a infraestrutura.
“O que aconteceu foi que, no ano passado, tínhamos o Costa Rica I para entregar. Esse conjunto está pronto. Mas a ligação de água seria feita com a rede antiga da Sanepar [Companhia de Saneamento do Paraná]. Como a Sanepar, após estudos, verificou que a pressão não seria suficiente para realizar a distribuição, precisamos aguardar a conclusão das obras que a Companhia está fazendo para entregar o conjunto”, explica Schrutt.
Não fosse a ausência da ligação da água, as 390 casas do Costa Rica I já teriam sido entregues. Já que houve esse atraso, a Prolar decidiu realizar a entrega dos outros dois conjuntos (Costa Rica II e III), também, no final de junho, quando a nova rede de água deve estar concluída, totalizando o número de 1.127 moradias. O Costa Rica II está com as obras em 86% e o Costa Rica III em mais de 80%.
A Prolar destinou uma parcela das moradias do Costa Rica para pessoas que ainda residem nas chamadas “áreas de risco”, que são os fundos de vale, encostas, regiões de proteção ambiental ou que não possuem serviços básicos como a coleta de lixo, água encanada e sistema de esgoto. Essas pessoas ainda aguardam com ansiedade a nova moradia, que deve oferecer não apenas um lugar mais seguro para se viver, mas também com dignidade.
Nova rede irá melhorar pressão
De acordo com a Sanepar, a Companhia iniciou as ligações que irão distribuir água aos conjuntos Costa Rica I, II e III, no último domingo (15). São sete quilômetros de rede, e duas estações elevatórias (equipamentos que ampliam a pressão da água), contemplando 53 pontos de interligação, em investimento de R$ 1,8 milhão. Na prática, a medida deve beneficiar também o Londres e o Panamá e as vilas San Martin, Lagoa Dourada, Rio Verde, Jardim Conceição, Pitangui e imediações. A conclusão deve ocorrer ainda no primeiro semestre deste ano.
Informações do Jornal da Manhã.





















