Agência insere 1,3 mil trabalhadores no mercado  | aRede
PUBLICIDADE

Agência insere 1,3 mil trabalhadores no mercado 

Entre janeiro e junho, Agência do Trabalhador de Ponta Grossa ofertou 3 mil&nbsp;<span style="font-family: inherit;">postos de trabalho</span>

Mais de 12 mil pessoas foram encaminhadas para as vagas pela agência na cidade
Mais de 12 mil pessoas foram encaminhadas para as vagas pela agência na cidade -

Fernando Rogala

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

Entre janeiro e junho, Agência do Trabalhador de Ponta Grossa ofertou 3 mil postos de trabalho

A Agência do Trabalhador de Ponta Grossa fechou o primeiro semestre com mais de 1.350 trabalhadores inseridos no mercado de trabalho. O balanço foi divulgado nesta terça-feira (2) pelo diretor da Agência, John Elvis Ramalho. Conforme os números fechados neste início de mês, somente em junho foram 186 trabalhadores registrados com carteira assinada – números os quais podem ainda ter uma variação para cima, já que algumas empresas não responderam as cartas de encaminhamento, se houve a contratação ou não dos trabalhadores. 

Na comparação com o ano passado, no mesmo período foram 1.552 trabalhadores inseridos no mercado de trabalho, o que representa uma redução de 12,4% neste ano. Por outro lado, também teve uma queda de vagas ofertadas, das 3.373 oferecidas entre janeiro e junho de 2018 para 3.075 neste mesmo período em 2019, o que representa que o aproveitamento das vagas foi bastante semelhante entre os dois anos, perto da casa dos 45%. Como houve uma redução no número de vagas ofertadas, o número de encaminhamentos caiu, de 12,5 mil para 12,4 mil. 

John Elvis Ramalho analisa que essa redução no número de vagas ofertadas ocorre devido a uma queda de oportunidades ofertadas pelas empresas. “Os empregadores estão em um momento de retração de oferta de vagas devido a uma expectativa com a reforma da previdência. As empresas também estão mais exigentes nas ofertas de vagas, e com isso, humanizar não adianta: a lista de aptidões geralmente é extensa”, informa Ramalho.

Enquanto não houver a reforma, diz Ramalho, as empresas, especialmente a indústria e o comércio, não sentem segurança em abrir novas vagas. Por outro lado, os setores que mais estão empregando e ofertando vagas são a construção civil e o setor de serviços. “As construtoras estão trazendo bastante trabalhadores de fora, mas mesmo assim, estão contratando e colocando muita gente”, ressalta o diretor da agência do trabalhador. 

Emissão de seguro-desemprego cai

O número da emissão de seguro-desemprego registrou uma queda neste primeiro semestre. Conforme mostra o levantamento divulgado pela Agência do Trabalhador, foram 5.745 benefícios emitidos no período. No ano passado, entre janeiro e junho, esse número foi superior, 9,7% maior, com 6.360 emissões. Na visão de John Elvis Ramalho, isso se deve ao panorama do mercado atual. “É a insegurança: quem está empregado não quer sair, quer manter seus empregos. E isso também reflete na colocação, pois os mais qualificados já ocupam as vagas”, pondera

PUBLICIDADE

Conteúdo de marca

Quero divulgar right