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Soma das riquezas geradas por PG atinge R$ 8,69 bi

Valor Adicionado gerado em Ponta Grossa cresceu 4,3% e atingiu&nbsp;&nbsp;<span style="font-family: inherit;">a marca de R$ 8,69 bilhões. Incremento sobre 2018 foi de R$ 358 milhões</span>

O setor industrial se aproximou de R$ 5 bilhões em riquezas, o maior do interior do Paraná
O setor industrial se aproximou de R$ 5 bilhões em riquezas, o maior do interior do Paraná -

Fernando Rogala

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Valor Adicionado gerado em Ponta Grossa cresceu 4,3% e atingiu  a marca de R$ 8,69 bilhões. Incremento sobre 2018 foi de R$ 358 milhões

O Valor Adicionado (VA) do município de Ponta Grossa, que representa a geração de riquezas produzidas no município, já retirados os custos de produção, cresceu em 2018. A soma das riquezas geradas na indústria, no comércio, serviços e produção primária atingiu R$ 8,69 bilhões, ou seja, 4,3% acima dos R$ 8,33 bilhões somados em 2017. Em números absolutos, o incremento desse VA foi de R$ 358,77 milhões no decorrer de 2018. Os números foram divulgados pelo Governo do Estado do Paraná na última semana, logo após a confirmação do resultado do Valor Bruto de Produção Agropecuária (VBP).

A divulgação ocorreu devido ao fechamento parcial das contas de composição dos índices provisórios para 2020 de repasse do Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aos municípios paranaenses, ocorrida no dia 27 de junho. Esse índice é composto por vários fatores, o que inclui, por exemplo, além do VA, itens como a produção agropecuária, fator ambiental, produção rural, propriedade rural, fator área. Conforme o ranking divulgado pelo Governo do Estado, Ponta Grossa aparece na sexta colocação estadual em repasses, um valor muito próximo a Maringá, pois o índice ficou quase empatado – o de Ponta Grossa ficou em 2,33% do total repassado e o de Maringá em 2,34%. Segundo o secretário municipal de Fazenda, Claudio Grokoviski, isso deverá representar o repasse de R$ 187 milhões para ambas as cidades, caso não haja nenhuma alteração com os índices finais.

Havia a perspectiva de que Ponta Grossa se mantivesse à frente de Maringá em repasses desse imposto, mas isso não ocorreu pelo fato de que o VA do município ao norte do Paraná foi alavancado e cresceu de R$ 8,09 bilhões para R$ 9,54 bilhões, uma alta de 17,99% no ano passado, especialmente pelo VA do comércio, que passou de R$ 3,6 bi para R$ 4,2 bi; e do transporte, de R$ 908 mi para R$ 1,5 bi. Cabe destacar, porém, que Ponta Grossa fica atrás não por reduzir indicadores, mas como aumentou os valores, vai obter mais recursos do governo com esse imposto em 2020. 

O VA de Ponta Grossa é baseado na Indústria, que cresceu R$ 100 milhões e atingiu R$ 4,8 bilhões. Logo depois aparece os setor de comércio (que passou de R$ 1,8 bi para R$ 2 bi). Mesmo Ponta Grossa registrando uma alta arrecadação de recursos próprios, o ICMS é a principal fonte de receitas da cidade. No ano passado, foram recolhidos R$ 825,8 milhões desse imposto em Ponta Grossa.

Região tem 4 cidades entre as que mais receberão recursos

A região dos Campos Gerais destaca-se entre os municípios que mais vão receber recursos do Governo do Estado através dos repasses do ICMS. Entre as 16 primeiras colocadas do Paraná, quatro cidades são dos Campos Gerais. Além de Ponta Grossa, que é a líder da região, sexta colocada no Paraná, Castro aparece na 12ª posição e Telêmaco Borba aparece na 14ª. A outra cidade é Ortigueira, , em 16º que teve uma grande ascensão no ranking nos últimos três anos em função da Unidade Puma, fábrica da Klabin que entrou em operação em 2016 e se tornou uma das empresas que mais exporta no Estado do Paraná

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