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Magno e Passos comemoram queda de gastos com hora-extra

<b>Denúncia foi enviada ao MP neste ano. Valores na Câmara de Ponta Grossa caíram consideravelmente após cobranças dos parlamentares.</b>

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Da Redação

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Denúncia foi enviada ao MP neste ano. Valores na Câmara de Ponta Grossa caíram consideravelmente após cobranças dos parlamentares.

Os dados do Portal da Transparência da Câmara Municipal de Ponta Grossa (CMPG) mostram que o Legislativo gastou 87% a menos em horas extras na comparação do período de janeiro a maio de 2018 com o mesmo período de 2019. A diminuição acontece depois que os vereadores Felipe Passos (PSDB) e Doutor Magno (PDT) encaminharam ao Ministério Público do Paraná (MP-PR) uma denúncia tratando do caso.

Segundo os dados apresentados em audiência pública do Legislativo, entre janeiro e maio de 2018 a Câmara gastou mais de R$ 243 mil em horas-extras pagas a servidores. No mesmo período do ano de 2019, o valor passou para pouco mais de R$ 31 mil, representando uma diminuição de 87%. "Essa diminuição mostra que a cobrança que fizemos [Felipe e Magno] surtiu efeito e o dinheiro público passou a ser gasto com mais responsabilidade", destacou o vereador.

Felipe lembrou que ao levantar dados tidos como questionáveis no pagamento de horas-extras buscou que a situação fosse investigada e interrompida. "O dinheiro público deve ser gasto com responsabilidade e, por isso, seguimos atentos nestes e em outros gastos do Legislativo e do Executivo que devem ser revistos diante da responsabilidade sobre o uso do dinheiro público", defendeu o vereador.

Além dos gastos com horas-extras no âmbito do Legislativo, Felipe Passos e a equipe parlamentar do vereador também tem acompanhado situações semelhantes em algumas secretarias da Prefeituras. "Estamos fiscalizando e levando os casos ao Ministério Público. Defendo que crie-se um plano de carreira para os servidores e valorize-se os funcionários concursados", contou o parlamentar.

Felipe destacou ainda o compromisso do atual presidente do Legislativo, Daniel Milla (PV), com a necessidade de corte de gastos. "O dinheiro público é sagrado e o presidente [Milla] se mostrou solícito em acabar com a farra que vinha ocorrendo", disse Felipe.

Informações da Assessoria de Imprensa.

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