Justiça arquiva crime envolvendo empresário de PG

O empresário pontagrossense Ayrton Ferreira da Luz foi julgado ontem (04) no Fórum de Castro, cidade na região dos Campos Gerais. A defesa do comerciante, representada pelo advogado Ângelo Pilatti Junior (foto) e Valdir Iansen, conseguiu que o crime fosse enquadrado como homicídio culposo e não doloso, como proposto anteriormente pela acusação e Ayrton teve o crime prescrito - o assassinato foi cometido há 12 anos.
Ayrton era acusado do homicídio de Ailson José Castro cometido em 2003 - o crime havia sido qualificado pela acusação como homicídio com dolo eventual (pena prevista de 12 a 30 de anos em regime fechado). O assassinato foi registrado na festa de uma igreja da localidade de Ribeirãozinho, em Castro - Ayrton estava armado e, durante uma confusão na festa, tirou o revólver para atirar para o alto mas atingiu Ailson na cabeça.
Ângelo e Valdir conseguiu fazer com que o Júri acatasse a tese de defesa, optando pela reclassificação de homicídio culposo.Como a pena recebida pelo acusado foi de apenas um ano e seis meses de detenção, o crime está prescrito. O processo deverá ser arquivado na sequência.





















