Morte de enfermeira de PG gera comoção | aRede
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Morte de enfermeira de PG gera comoção

Ela foi internada na noite desta terça-feira e não resistiu às complicações depois de passar por uma cirurgia

Ela foi internada na noite desta terça-feira e não resistiu às complicações depois de passar por uma cirurgia
Ela foi internada na noite desta terça-feira e não resistiu às complicações depois de passar por uma cirurgia -

Da Redação

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Ela foi internada na noite desta terça-feira e não resistiu às complicações depois de passar por uma cirurgia

Foi confirmada no início da manhã desta quarta-feira (3) a morte da enfermeira Elaine Dziurza da Conceição, de 35 anos, servidora do Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais. Ela foi submetida a uma cirurgia de emergência depois de ingerir veneno e cerveja e tentar se jogar na frente de um trem no bairro Chapada, em Ponta Grossa. Esta não seria a primeira vez que ela atentava contra a própria vida.

Tanto os socorristas do Corpo de Bombeiros e do Samu que estiveram no local para prestar os primeiros socorros quanto os médicos que atenderam a vítima no HU, para onde ela foi levada para receber cuidados médicos, não souberam precisar se ela foi, de fato, atropelada pelo trem. A assessoria de imprensa do hospital informou que Elaine não apresentava traumas externos graves e, por isso, não foi possível confirmar se houve mesmo o atropelamento.

Ela foi internada com uma lesão hepática bastante grave e chegou ao hospital com risco de morrer. Foi realizada uma cirurgia para tentar conter o sangramento abdominal e ela foi levada até a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do HU, mas não resistiu e morreu por volta de 5h30 desta quarta.

Em nota, o HU manifesta pesar pela morte da servidora e ressalta que ela “era técnica de enfermagem e trabalhava no HU desde junho de 2018. Atuou no Pronto Atendimento e na UTI Adulto. À família, amigos e parentes, nossos mais sinceros sentimentos e condolências pela perda inestimável”.

Em todo o país, o número 188 auxilia na prevenção de suicídios e ajuda pessoas em crises de ansiedade e depressão. A ligação para o Centro de Valorização da Vida (CVV) é gratuita e o serviço tem mais de 2 mil atendentes preparados para prevenir potenciais casos de pessoas que querem tirar a própria vida.

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