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Movimento protesta contra aterro da PGA

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| Autor: Rodrigo de Souza

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Entidades preparam uma passeata, na quinta-feira, contra o funcionamento do Complexo Eco Ambiental – novo aterro da Ponta Grossa Ambiental (PGA) localizado próximo à Fazenda Escola da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Organizado pelo Fórum das Águas dos Campos Gerais, o movimento pede que a Prefeitura tome providências para interromper a operação da célula.

A passeata terá início às 13 horas, na Praça Barão de Guaraúna, em frente à Igreja dos Polacos. O movimento seguirá até o prédio da Prefeitura, onde os manifestantes estarão concentrados para cobrar respostas do Governo Municipal sobre o aterro.
De acordo com o coordenador do Fórum das Águas, João Luiz Stefaniak, a Secretaria de Meio Ambiente deve adotar medidas urgentes contra o funcionamento da unidade. “Vamos cobrar uma posição da Prefeitura para que se interrompa a operação do aterro e se construa uma nova unidade, em um local adequado”, explica.

O Complexo Eco Ambiental entrou em operação em janeiro, após obter licenciamento do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e alvará de funcionamento da Prefeitura. Embargado desde 2009 pela Justiça, o aterro obteve no ano passado uma decisão favorável do Tribunal Regional Federal (TRF) de Porto Alegre. Com o início da operação, a Advocacia Geral da União (AGU), que representa o Instituo Chico Mendes (ICMBio), pretende recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para embargar o empreendimento da PGA.
Apesar do licenciamento concedido pelo IAP, ambientalistas apontam irregularidades no Complexo, situado em área de recarga do aquífero de furnas. Estudos da UEPG mostram que a unidade pode contaminar os mananciais da cidade.

Informações do Jornal da Manhã.

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