Homem carbonizado foi morto por ciúmes, diz polícia de PG
Suspeito de cometer o crime foi preso em operação conjunta; namorada dele confirmou que crise de ciúmes motivou assassinato

Suspeito de cometer o crime foi preso em operação conjunta; namorada dele confirmou que crise de ciúmes motivou assassinato
Em ação conjunta envolvendo policiais civis da 13ª SDP e do setor de Inteligência da Polícia Militar, foi preso neste domingo (24) o suspeito de
Wellington Costa Machado negou envolvimento no homicídio, mas sua namorada confessou aos policiais que ele seria o autor do assassinato com requintes de crueldade. A vítima foi agredida, principalmente na cabeça, e teve parte do corpo queimada. O cadáver foi encontrado na rua Almiro Escobar, perto de um arroio que faz a divisa entre o Jardim Maracanã e a Vila Cristina, neste sábado (23).
Testemunhas disseram ter ouvido uma discussão durante a madrugada, mas não souberam identificar os envolvidos. Os policiais conseguiram localizar um suspeito que mora perto daquele local e, durante a abordagem, perceberam o nervosismo dele. Dentro da residência, foi encontrado um galão de gasolina e uma bermuda com manchas de sangue. Ele negou envolvimento no crime, mas sua namorada confessou aos policiais que Machado participou do homicídio “pois teria ficado com ciúmes, alegando que a vítima estava olhando muito para sua namorada”, segundo a polícia. Ainda na casa do suspeito, foi encontrado o aparelho celular que pertencia a Galvão.
O suspeito foi autuado em flagrante por homicídio qualificado e foi encaminhado à 13ª Subdivisão Policial (SDP) para as devidas providências. A Polícia Civil destaca o apoio do Serviço Reservado da Polícia Militar e do trabalho da Polícia Científica, que confirmou que o sangue encontrado na bermuda do suspeito era, de fato, humano. O corpo foi identificado por familiares no Instituto Médico-Legal (IML) de Ponta Grossa e já foi levado para Curiúva, onde foi sepultado no fim da tarde deste domingo.





















