CMT e Prefeitura se reúnem para evitar greve no transporte
Reunião nesta semana tenta encontrar saídas para atender demandas da categoria e evitar que o transporte coletivo entre em greve

Reunião nesta semana tenta encontrar saídas para atender demandas da categoria e evitar que o transporte coletivo entre em greve
A Prefeitura de Ponta Grossa e o Conselho Municipal de Transporte (CMT) reuniram-se, na tarde de quarta-feira (28), para debater sobre as medidas que vem sendo implementadas para otimizar o transporte coletivo no município, promover melhorias na eficiência do sistema e quais os meios tem sido utilizados para viabilizar a redução dos seus custos de operação.
Durante o encontro, a Prefeitura também contribuiu na mediação da negociação junto aos representantes do sindicato sobre demandas da categoria. Foram apresentadas possíveis soluções para viabilizar as solicitações da classe e evitar transtornos à população.
Uma das demandas do Sintropas, sindicato que representa motoristas e cobradores do transporte coletivo da região, refere-se à assistência de saúde aos trabalhadores da Viação Campos Gerais (VCG). Até o ano passado, os custos da empresa nesta área não estavam incluídos na planilha utilizada para o cálculo do valor da tarifa, e a VCG arcava com estes custos por conta própria. Agora, segundo o Sintropas, a empresa solicita que estes custos entrem na planilha para que a assistência de saúde continue sendo prestada aos colaboradores.
Neste sentido, a reunião entre representantes do CMT e da Prefeitura avalia qual o impacto que estes valores teriam no preço final da tarifa e como o governo municipal poderia ajudar a manter o valor estável e, simultaneamente, garantir que os trabalhadores mantenham seus direitos assegurados.
Além desta reunião, uma nova rodada de negociações entre VCG e Sintropas está agendada para esta sexta-feira (30), a partir das 14h, para debater outras reivindicações da categoria. Em assembleia realizada na última quarta, cerca de 300 trabalhadores aprovaram o indicativo de greve e o estado permanente de greve. Caso a negociação desta tarde não resulte em acordo, existe a possibilidade de que o transporte público deixe de funcionar a partir de segunda-feira (3).





















