Mabel Canto conversa com Associação de Hemodiálise
Presidente da associação pede apoio para o andamento de estudos a respeito da criação e implantação de rins artificiais no país.

Presidente da associação pede apoio para o andamento de estudos a respeito da criação e implantação de rins artificiais no país.
A deputada estadual Mabel Canto (PSC), eleita durante o pleito de outubro, conversou recentemente com o presidente da Associação Paranaense dos Renais Crônicos, Dalmo de Souza. O objetivo foi ouvir as demandas públicas da entidade. Durante a reunião, a associação apresentou um projeto que poderá beneficiar em torno de 120 mil pessoas no Brasil que encontram-se na fila por um transplante de rim.
A proposta é de pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, e consiste na criação e implantação de um rim artificial biônico em pacientes com doença renal crônica. O aparelho é capaz de realizar com total perfeição o trabalho de um rim saudável.
Segundo o professor, o projeto esbarra em alguns protocolos que impedem a facilitação da pesquisa para o Brasil. Para Souza, o rim oferece menos riscos de rejeição e o paciente transplantado não terá que fazer uso de medicamentos contra a rejeição. “Tem pessoas que estão há mais de 20 anos na fila por um transplante. Queremos ver os centros vazios pela cura, e não pela morte do paciente”, enfatiza o presidente.
Algumas ações já foram tomadas em parceria com a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e o Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (HURCG) sobre um possível intercambio de alunos de medicina para conhecer a nova tecnologia nos Estados Unidos.
Mabel Canto estendeu o apoio ao professor na realização do projeto e na vinda de novas tecnologias que salvem vidas. “Precisamos estar sempre aberto às novas tendências e tecnologias que possam beneficiar a saúde e a cura de pacientes”, garante a deputada.
Atualmente os pacientes com problemas renais crônicos precisam passar por um procedimento de quatro horas em um equipamento de diálise, repedindo a sessão três vezes por semana, o que resulta na fragilidade do estado imunológico.
Informações da Assessoria de Imprensa.





















