Julgamento do 'caso Rodrigo' começa no dia 23 de fevereiro
O julgamento dos três acusados de matarem o empresário Rodrigo Carneiro, em março do ano passado, começará no dia 23 de fevereiro. A audiência de instrução está marcada para as 13h30 e a expectativa dos advogados da família de Rodrigo é que os três acusados sejam levados ao júri popular.
Rodrigo morreu após ser espancado durante uma confusão na esquina da avenida Balduíno Taques e rua Saldanha Marinho, na região Central de Ponta Grossa - câmeras de vigilância da Guarda Municipal flagraram parte do decorrer da confusão. O falecimento de Rodrigo causou grande comoção entre amigos e familiares do rapaz, além de ter grande repercussão na cidade.
Os acusados Eder Fabiano Maior, Rafael Zito Silva e Dario de Almeida Junior foram presos pela Polícia Civil mas respondem o processo em liberdade. A equipe de reportagem do portal aRede tentou entrar em contato com os advogados os acusados mas não obteve êxito. Em julho de 2013 a defesa dos acusados argumentou que um laudo do Instituto Médico Legal (IML) inocentaria os rapazes - o fato foi refutado pelos advogados de acusação.
Advogados querem júri popular
Os advogados que representam a família de Rodrigo esperam que os três acusados pelo crime respondam por homicídio qualificado. Fernando Madureira acredita que o vídeo que flagra a confusão comprova que Rodrigo foi assassinado. "As imagens mostram que a vítima foi agredida sem direito de defesa e nem chegou reagir as agressões", conta o advogado.
Caso o Juiz qualifique classifique o crime como homicídio qualificado e leve os três acusados ao júri popular a pena sobe para 12 a 30 anos em regime fechado.
Familiares pedem Justiça
Amigos e familiares de Rodrigo usam, desde a data do crime, as redes sociais para pedirem justiça no caso - a família do jovem chegou a realizar passeatas, protestos e até uma campanha pedindo a punição dos acusados pelo crime.
O irmão de Rodrigo, Ângelo Carneiro, usou as redes sociais para pedir a punição dos envolvidos no fato. "No dia 23/02 pedimos a sua união e seu apoio. Acreditamos em justiça! Deus é FIEL", comentou o irmão da vítima.





















