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PG participa de protesto nacional contra reajuste

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A Associação dos Usuários de Transporte Coletivo (Autrans) está organizando um manifesto que será realizado na próxima sexta-feira, dia 9, em frente ao Terminal Central de ônibus. O protesto é contra o aumento na tarifa do serviço, que aumentou para R$ 2,85 no dia 1º de janeiro.

De acordo com a presidente da Autrans, Luzinete Anjos Dorigon, o manifesto convida a todos os interessados em mostrar a insatisfação diante do aumento na tarifa, considerado abusivo pela Associação. “Queremos que essa tarifa abaixe para R$ 2,70. Entendemos que esse é um valor aceitável pela população”, diz.

Até 31 de dezembro, o pagamento com cartão vale-transporte era de R$ 2,50, enquanto em dinheiro custava R$ 2,60. Com o valor atual, na prática, quem estava acostumado a pagar em dinheiro irá conviver com um reajuste de 25 centavos; enquanto quem costumava pagar no cartão, enfrenta um reajuste de 30 centavos.

Manifestações em vários estados questionam o aumento nas tarifas do transporte público. Organizações sociais confirmaram presença em atividades organizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Santa Catarina e Minas Gerais.

Em São Paulo, o ato é convocado pelo Movimento Passe Livre (MPL) para a próxima sexta-feira (09), às 17h, em frente ao Teatro Municipal. A passagem de ônibus na capital paulista deve subir de R$ 3,00 para R$ 3,50 a partir desta terça-feira (6). As passagens de trens e metrô serão reajustadas no mesmo valor.

Junto ao aumento da passagem, a prefeitura anunciou o “passe livre” para estudantes de baixa renda. De acordo com estimativas da prefeitura, serão beneficiados 505 mil estudantes. (Com informações da Radioagência Brasil de Fato)

MPL enaltece protestos de 2013

Em nota, o MPL diz que “o passe livre estudantil anunciado pela prefeitura de São Paulo é uma conquista da luta do povo, que foi às ruas em 2013. Mas não é Tarifa Zero!”. Em junho de 2013, os protestos do MPL foram o estopim para manifestações que tomaram as ruas de todo o país. Diante delas, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e o governador, Geraldo Alckmin, recuaram do aumento na tarifa, com o valor congelado desde janeiro de 2011.

Informações do Jornal da Manhã.

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