Passos faz votação expressiva, mas não consegue se eleger
Vereador do PSDB tentou se eleger deputado federal, mas mesmo com votação expressiva acabou de fora

Dois anos depois de ter sido eleito o segundo vereador mais votado de Ponta Grossa quando estreava na vida pública, Felipe Passos (PSDB) tentou dar um passo maior na vida pública. Ao disputar o cargo de deputado federal, o tucano fez 49.661 votos - deste montante, 25.650 votos foram conquistados apenas em Ponta Grossa, fazendo de Passos o terceiro candidato a deputado federal mais votado na cidade.
Em uma chapa bastante disputada, mesmo com a votação expressiva, Felipe acabou de fora e ficou como quinto suplente na disputa da chapa por uma vaga em Brasília - o grupo elegeu oito deputados. No entanto, a votação de Felipe foi considerável e o colocou na frente de nomes tradicionais da política paranaense, como Osmar Bertoldi (DEM), Hauly (PSDB).
O último deputado eleito da coligação de Felipe Passos (que conta com o PSDB, PP, PTB, DEM, PMN, PMB, PSB e PROS) foi Toninho Wandscheer (PROS) com pouco mais de 72 mil votos. Apostando em um discurso de moralização da política e pautado também por questões religiosas e morais, Felipe teve uma campanha barata e gastou pouco mais de R$ 20 mil - todo o recurso é oriundo de doações e não há recursos do Fundo Eleitoral ou Fundo Partidário.
Nas redes sociais, Felipe fez uma pequena publicação após o resultado. "Muito obrigado Ponta Grossa! Paraná! Quase 50 mil votos! Fiz o meu melhor", contou o vereador do PSDB.





















