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George entra com pedido para suspender pedágios no PR

Vereador protocolou ação popular no Ministério Público pedindo que concessionárias interrompam imediatamente as atividades em todo o Estado.

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Rodrigo de Souza

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Vereador protocolou ação popular no Ministério Público pedindo que concessionárias interrompam imediatamente as atividades em todo o Estado.

O vereador George Luiz de Oliveira (PMN) protocolou uma ação popular no Ministério Público Federal pedindo a suspensão imediata da cobrança de pedágio em todas as rodovias sob concessão das empresas pertencentes ao Anel de Integração do Paraná: CCR RodoNorte, Caminhos do Paraná, Ecovia, Ecocataratas, Econorte e Viapar. A ação também tem o próprio Estado do Paraná com alvo.

O pedido na Justiça foi embasado na ação da Polícia Federal que prendeu 19 pessoas durante a 55ª fase da Operação Lava Jato, sub suspeita de envolvimento em um esquema de corrupção envolvendo as concessionárias de pedágio.

Segundo o vereador, o principal objetivo da ação é impedir que as empresas continuem recebendo verbas através de um valor do pedágio que ele considera sofrer interferência dos atos corruptos. Em entrevista ao portal aRede e ao Jornal da Manhã, Oliveira comparou o atual preço dos pedágios paranaenses com o de outros estados brasileiros, apresentando uma diferença entre os valores. “Está claro que as empresas se beneficiaram do esquema de corrupção e colocaram a tarifa bem acima da média nacional para bancar as propinas”, afirma.

O documento pede a interrupção imediata das operações das empresas e a liberação das cancelas nas praças de pedágio, além do ressarcimento de quem comprovar o pagamento de pedágio no Paraná nos anos em que as concessionárias operaram, com juros e correção monetária.

“Atuo como vereador por 14 anos e sempre combati os preços abusivos do pedágio. Essa ação faz com que eu e todo paranaense tenha a alma lavada após tantos anos de um preço abusivo nas rodovias paranaenses”, ressalta.

Exército

O processo deve ser julgado em caráter liminar já nos próximos dias. Caso a Justiça acate o pedido da ação, George orienta que a Força Nacional de Segurança atue nas praças de pedágio para garantir que os espaços não sejam depredados sem o trabalho das concessionárias. O serviço ficaria suspenso até o dia 31 de dezembro de 2018.

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