Comitê oficial de Bolsonaro desmente ato no Ambiental
Equipe de apoio à candidatura do PSL negou realização de encontro no Parque Ambiental neste sábado (29)

Equipe de apoio à candidatura do PSL negou realização de encontro no Parque Ambiental neste sábado (29)
Os responsáveis pelo comitê oficial de Jair Bolsonaro (PSL) em Ponta Grossa negaram a realização de uma passeata no Parque Ambiental no próximo sábado (29). O evento teria sido convocado depois que um ato contra o presidenciável para o mesmo dia, local e horário foi anunciado nas redes sociais.
Segundo Cleverson Oberg, um dos integrantes do comitê, o único ato oficial da campanha em prol de Bolsonaro é uma carreata que sairá do Centro de Eventos, às 9h do próximo sábado, e passará pelas avenidas Visconde de Taunay e Vicente Machado com direção ao Parque Ambiental com previsão de terminar às 12h. “Não queremos causar tumulto e respeitamos a democracia, por isso faremos o evento em horários diferentes”, contou.
O comitê oficial é composto por cerca de 30 apoiadores do candidato à Presidência da República. A organização alega que o comitê apenas faz campanha ao candidato Bolsonaro e mais ninguém, atuando de forma totalmente voluntária, apenas com doações de empresários da cidade.
O evento que está programado para às 14h no Parque Ambiental não faz parte do comitê oficial do candidato, mas sim do apoio à candidatura de uma deputada federal do PSL.
Movimento #EleNão
Para mostrar contrariedade às propostas do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), será realizada uma manifestação às 15h na Estação Arte , na Rua Benjamin Constant, 404, ao lado do Terminal Central da cidade, neste sábado (29). No mesmo dia, o protesto acontecerá em diversas capitais brasileiras, cidades do interior e até fora do Brasil.
O movimento “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”, que no início era de caráter feminista, ganhou força nos últimos dias por meio de um grupo no Facebook, atingindo quase 2 milhões de participantes. Porém, foi alvo de ataque e a página foi derrubada. A queda da página impulsionou a resistência contra o candidato, tomando conta das redes sociais com a hashtag #EleNão.





















