Cantor sertanejo preso pelo Gaeco é levado ao Hildebrando
Luiz Henrique Ribeiro da Costa Lesniovski, ou ‘Rick Ribeiro’ , foi levado à Cadeia Pública do município

O artista Luiz Henrique Ribeiro da Costa Lesniovski, ou ‘Rick Ribeiro’, segue preso na Cadeia Municipal Hildebrando de Souza, em Ponta Grossa - ele foi levado à cadeia no final da tarde desta segunda-feira (17). A prisão é resultado de uma operação contra uma organização criminosa de nível nacional - as ações foram capitaneadas pelos Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ). Também foi preso em Ponta Grossa Diego Krepel Batistão.
Em Ponta Grossa, os mandados foram cumpridos já no começo da manhã de segunda-feira (17) em endereços na região de Olarias e no Centro da cidade - as ações resultaram na prisão de duas pessoas e no cumprimento de três mandados de busca e apreensão. De acordo com Antonio Juliano Albanez, promotor do MP e coordenador do Gaeco na cidade, as ações em Ponta Grossa resultaram na apreensão de documentos e de um carro de luxo, um Porsche, que estava com Rick Ribeiro.
Denúncia apresentada pelo MP
Com base no Inquérito Policial 090-02561/2017, a denúncia explica em detalhes a hierarquia e atribuições de cada membro da organização, ao mesmo tempo em que esmiúça a principal modalidade de golpe empregada – o ‘trampo físico’, que gerou prejuízos a inúmeros correntistas. Nela, os agentes criminosos enviam spam’s de e-mail e sms, aleatoriamente, para milhares de pessoas físicas.
Os spam’s continham mensagens, supostamente, de instituições bancárias alertando sobre a necessidade de atualização de segurança da conta, com a indicação de link de acesso. Ao clicar nesses link’s, a vítima era então direcionada a websites phishing, com programas maliciosos que capturam informações de contas e senhas, abrindo caminho para a retirada de quantias das contas, de forma fraudulenta.
Outra modalidade de ação criminosa, utilizada pelo grupo, causava prejuízos ainda de maior monta – em alguns casos, chegando a R$ 500 mil. Um componente da quadrilha ligava para as potenciais vítimas, se fazendo passar por funcionário de instituição bancária, para obter dados pessoais. No passo seguinte, o golpe tinha continuidade, conseguindo o agente criminoso ludibriar, inclusive, funcionários do setor financeiro de grandes corporações.
Com informações são da assessoria.





















