Professora de PG pede apoio para cirurgia
Após sofrer um acidente há 35 anos, Andreza Boaron luta contra sequelas e necessita de novo procedimento

Após sofrer um acidente há 35 anos, Andreza Boaron luta contra sequelas e necessita de novo procedimento
Uma vida de superação. A professora Andreza Mara Beber Boaron luta contra uma enfermidade desenvolvida no olho, por sequelas de um grave acidente que sofreu quando ainda era criança. 35 anos após o trauma, a mulher pede auxílio para um procedimento emergencial.
Aos 5 anos de idade, no dia 3 de maio de 1982, Andreza foi vítima de um grave acidente de trânsito na Avenida Rocha Pomba no Jardim Carvalho. Neste incidente, a mulher perdeu o olho esquerdo, teve traumatismo craniano, fratura do maxilar, afundamento e fratura nasoetmoeidal e vazamento de medula.
Nos quatro anos seguintes, Andreza passou por diversos procedimentos cirúrgicos para reconstrução facial. Em 1991, Andreza fez nova cirurgia, desta vez, para a retirada de um tumor neurológico. Desde então, decidiu não consultar outros médicos, acreditando que o caso já estivesse solucionado.
Porém, em abril deste ano, uma nova complicação, desta vez na coluna, voltou a incomodar. Andreza procurou assistência médica e foi indicada por especialistas para um atendimento em um oftalmologista em Porto Alegre, por suspeitar que o novo problema teria sido causado pela má postura que adotou desde o acidente, para esconder as cicatrizes de seu rosto.
Na consulta, foi diagnosticado que o problema era maior do que uma enfermidade na coluna e a má postura. Andreza terá que fazer, com urgência, três cirurgias para reconstruir sua cavidade ocular. Se este processo não for feito em dois anos, ficará impedida de usar prótese.
Atualmente, Andreza é professora do Ensino Fundamental no Colégio Marista e da Escola Municipal Maria Vitória na Vila Liane. Ela relata que, anualmente, nos primeiros dias de aula, conta para seus alunos a sua história e reforça a importância de usar o cinto de segurança ao estar em um veículo, fato que poderia ter remediado as consequências de seu acidente.
Andreza fala sobre a importância de usar prótese, não só por uma questão estética, mas por conforto e bem-estar pessoal: “Se eu não usasse prótese, iria me sentir infeliz para o resto da minha vida, pois só tenho 40 anos. Sinto até preconceito de algumas pessoas com a prótese e imagino que sem eu me sentiria pior ainda”.
Doações
Para as três cirurgias que são necessárias e que serão feitas no Hospital de Olhos de Porto Alegre, adaptação na prótese, transporte e estadia na capital gaúcha, são necessários R$ 15 mil. As doações podem ser feitas por depósito em conta do banco Santander, da agência 1290, na conta 10074749.





















