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Hospital da Criança reduz em 78% taxa de mortalidade

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Mariana Galvão Noronha

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O Hospital Municipal João Vargas de Oliveira ‘Hospital da Criança’ apresentou, nos últimos três anos, uma redução na mortalidade. Nos períodos de 2009 a 2011, foram registrados 44 óbitos. De 2011 a 2014, o número diminuiu chegando a 9,33 óbitos.  O Hospital da Criança atende em média 3,5 mil pacientes por mês.  De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde entre os fatores que contribuíram para a queda estão: a implantação das UTIs Pediátriacas, que inicialmente tiveram funcionamento no Hospital Bom Jesus e hoje estão no Hospital Regional, os investimentos na Atenção Básica e a abertura do Pronto Atendimento Infantil (PAI).

Para a secretária municipal de Saúde, Ângela Pompeu, os resultados refletem o trabalho da gestão. “Um dos grandes passos para a redução da mortalidade no Hospital da Criança foi a retirada das UTIs pediátricas do local e abertura dos leitos, que hoje funcionam no Hospital Regional. A estrutura que funcionava no hospital apresentava muitas falhas e irregularidades, ou seja, não era suficiente para atender a demanda e cumprir o objetivo que é salvar vidas. Os números deixam claro que a abertura dos novos leitos da UTI Pediátrica foi essencial para a queda na mortalidade”, diz.

Ainda de acordo com a secretária, os avanços na Atenção Básica, também refletem na redução da mortalidade. “Nós abrimos unidades de saúde, que estavam fechadas há muitos anos, colocamos em funcionamento o Pronto Atendimento Infantil. Estamos ofertando um acompanhamento adequado para as nossas crianças já no atendimento básico. Com isso, os pacientes chegam ao Hospital da Criança com melhores estados clínicos”, conclui.

A humanização do atendimento que é uma das prioridades do Governo Municipal, também foi apontada pela população. Há seis meses a empregada doméstica, Juliana dos Santos, precisou de atendimento para a filha, Estéfani Raiane dos Santos, de cinco anos: “minha filha estava com febre alta e vômito, ela foi muito bem atendida no Hospital da Criança. Os profissionais foram atenciosos e a Estéfani se recuperou”, diz Juliana. A prefeitura acredita que com a abertura do Pronto Atendimento Infantil (PAI), outros avanços serão apresentados, nos próximos anos.

Informações da assessoria.

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