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Base da Polícia Militar pode deixar o Parque Ambiental

Em busca de uma estrutura ‘mais adequada’, responsáveis cogitam saída da 1ª Companhia da PM. Caso foi levado à tribuna pelo vereador Sargento Guiarone

Local precisaria de ampliação para comportar necessidades da PM
Local precisaria de ampliação para comportar necessidades da PM -

Afonso Verner

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A estrutura da 1ª Companhia da Polícia Militar poderá deixar o espaço ocupado no Parque Ambiental. A informação se tornou pública depois que o vereador Sargento Guiarone (PROS) usou a tribuna da Câmara de Vereadores, nesta segunda-feira (2), para demonstrar preocupação com o caso. A saída do local pode acontecer diante da necessidade de melhorias do espaço atualmente ocupado pela Companhia.

Guiarone contou que intermediou, junto ao Poder Executivo, uma reunião em que expôs as demandas dos representantes da Polícia Militar – o prédio ocupado pelos policiais é do município. “Contei ao prefeito [Marcelo Rangel] que melhorias era necessárias, entre elas que o local fosse cercado, mas ele não concordou e por isso existe essa possibilidade [de saída do local]”, contou o sargento.

O vereador explicou que, por um lado, o Estado não poderia investir no local e, por outro, o município não teria condições de realizar as adequações neste momento. “Caso a 1ª Companhia deixe o local, existe a possibilidade da Guarda [Municipal] ocupar o espaço, mas ainda não foi confirmado”, disse Guiarone. A reportagem tentou confirmar a possibilidade com o secretário de Cidadania e Segurança Pública, Ary Lovato, mas ele não foi encontrado.

O capitão da Polícia Militar, Fabian Borges Ogura, responsável pela unidade, destacou que a Polícia tem procurado um espaço mais adequado, principalmente para receber os trabalhos administrativos e logísticos da PM. “Expusemos nossas demandas ao município e ainda aguardamos uma resposta oficial. Essas melhorias seriam tanto para oferecer um melhor atendido ao cidadão que procura a 1ª Companhia como aos policiais que lá atuam”, disse.

Ogura fez questão de salientar que quando a 1ª Companhia se instalou no local, havia um acordo firmado com a Prefeitura com a possibilidade de ampliação do espaço. “Buscamos um espaço mais condizente com a natureza do local. Ali não é um módulo policial para lavrar BO e etc. O espaço envolve toda a parte administrativa, logística e planejamento das ações da Polícia Militar. Hoje aquele espaço está meio acanhado”, disse Ogura.

Lovato é contra base nos bairros

A possibilidade da Guarda Municipal (GM) ocupar o espaço que hoje sedia a ª Companhia faz com que o debate sobre bases fixas da GM nos bairros seja retomado. O atual secretário, Ary Lovato, já se manifestou contra a possibilidade em inúmeras oportunidades e defende que o patrulhamento da Guarda seja móvel. Atualmente a GM mantém apenas uma base na área urbana, na região do Maria Otília, além de módulos móveis e viaturas que realizam o patrulhamento – a Guarda também tem um módulo no distrito do Guaragi. 

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