Apoio a Edmauro Assunção é garantido por mais lideranças
Deputado Estadual Hussein Bakri aponta afastamento como uma decisão 'precipitada'. Já o 3° Distrito da Grande Loja do Paraná da Maçonaria mostrou descontentamento com a posição do Governo do Estado.

Engrossando o caldo de mobilizações em favor do tenente-coronel Edmauro Assunção, retirado da função de comandante do primeiro BPM, o deputado estadual Hussein Bakri (PSD) e o 3° Distrito da Grande Loja do Paraná da Maçonaria se pronunciaram. Ambos mostraram descontentamento quanto ao posicionamento de Cida Borghetti.
“Penso que a decisão de afastamento foi precipitada e sem avaliação de especialistas, poderia ser feita após um procedimento administrativo”, disse o deputado. Ele ainda completou, afirmando que vai acompanhar um grupo de pessoas, em conversa com Cida. “Estou à disposição de todos e vou acompanhar uma comitiva na próxima semana falar com a Governadora” afirmou.
Já o 3º Distrito da GLP encaminhou a seguinte nota:
O 3° Distrito da Grande Loja do Paraná, por todas as Lojas Maçônicas Jurisdicionadas, por seus Veneráveis Mestres, Delegado do Serenissimo G.M e todos os demais irmãos, vem a público manifestar seu irrestrito apoio ao Comandante do 1º Batalhão de Polícia Militar, Ten. Cel. Edmauro de Oliveira Assunção, assim como a todos os PMs que atuaram na liberação da rodovia PR 151 no município de Castro/PR em data de 30/05/2018.
Em razão de toda a forma técnica, polida e correta empregada na Operação Policial Militar referida, não podemos deixar de manifestar nosso descontentamento com a decisão da Excelentíssima Sra. Governadora ao retirar do comando do.1° BPM o Ten. Cel. Edmauro.
Enaltecemos que o trabalho desenvolvido pelo Comandante e sua equipe nesta região é digno de muitos elogios.
Consideramos que a atitude da Sra. Governadora não espelha a vontade da população dos Campos Gerais e esperamos que a Senhora, reconduza Ten-Cel. QOPM Edmauro de Oliveira Assunção ao Comando do 1º Batalhão, e trate a situação com toda delicadeza e bom senso necessários, como ato de Justiça.





















