IAP garante licença para obras do Skyline Towers

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) expediu licença prévia à construtora JM Cheire para a execução da primeira torre do Skyline Towers, empreendimento localizado no Jardim América. A emissão da licença acontece cinco meses após os advogados da empresa derrubarem a liminar que suspendia o cronograma de implantação do Skyline e mostra que as obras estão de acordo com a legislação ambiental, já aptas a serem iniciadas.
De acordo com o advogado da JMC, João Paulo Nascimento, a licença do IAP prova que os argumentos da ação contra a obra eram infundados. “A licença saiu porque não tinham nenhum problema no empreendimento, que é absolutamente correto e sustentável”, diz. “Não foi identificado nenhum indício de irregularidade”, comenta.
Apesar da liberação do documento, Nascimento afirma que o Skyline não tem previsão para ser retomado devido aos danos causados pelo impasse judicial. O cronograma das obras foi barrado no ano passado, após cinco proprietários de terrenos na região moverem uma ação popular contra a construção das torres.
Para o advogado, mesmo com a decisão da Justiça favorável ao Skyline e com a concessão da licença do IAP, os prejuízos à obra foram grandes. “Infelizmente o projeto está suspenso sem data para ser retomado. Naquele momento, em que foi lançado, o mercado era outro”, afirma. “Outras obras já foram erguidas na cidade neste período. O prejuízo que essas pessoas causaram é imensurável, o dano que eles buscaram está consumado, a obra foi estigmatizada com estes factoides”, completa. O advogado conta que os empreendedores do Skyline devem se reunir para discutir um novo cronograma às obras.
Impasse judicial contra Skyline dura mais de um ano
A disputa judicial entre cinco proprietários de imóveis no Jardim América e a construtora JM Chueire já dura mais de um ano. No ano passado, a ação popular movida contra as obras do Skyline Towers resultou em uma liminar que suspendeu o cronograma de implantação do empreendimento. Além de supostas irregularidades ambientais, os proprietários questionavam a legalidade da transformação da zona residencial em comercial e os impactos das obras na região. Em junho deste ano, os advogados da JMC contestaram os argumentos da ação e conseguiram derrubar a liminar no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ).
Informações do Jornal da Manhã.





















