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Prefeitura inicia trabalhos para reparar estragos

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| Autor: Mariana Galvão Noronha

Mariana Galvão Noronha

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Depois da chuva forte no final de semana, os moradores de bairros como Uvaranas, Jardim Carvalho e Oficinas contabilizam agora os estragos causados pelo temporal. A chuva aconteceu no sábado (2) e em cerca de meia hora acabou alagando casas e ruas, além de derrubar árvores e causar o destalhamento de algumas residências. De acordo com relatório do Corpo de Bombeiros, somente durante o período da chuva, foram registrados dois desabamentos e três alagamentos em Ponta Grossa.

A Secretaria de Obras e a Defesa Civil estiveram em trabalho de vistoria no dia de hoje (3) para avaliar os estragos causados pela chuva na cidade. Entre as situações mais graves está a da rua Luiz Oliveira e Silva, na Vila Margarida. A água infiltrou no asfalto e parte da pavimentação cedeu, deixando a via irregular. A rua é a principal da localidade, por onde o ônibus tem acesso à vila.

“O volume de água desse final de semana foi intenso, acarretando vários problemas na cidade inteira. Na Vila Margarida tínhamos um pavimento bom, mas como o volume de água extrapolou, ocasionou a infiltração por baixo do asfalto”, explicou o secretário de Obras, Alessandro Lozza. De acordo com ele, os trabalhos da secretaria para restaurar estes estragos vão depender principalmente das condições do tempo, mas devem ser iniciados o quanto antes, especialmente nas vias de maior movimento.

Área de risco

Há cerca de um mês, a Defesa Civil fez uma vistoria na rua Evaristo Veiga, na Vila Vilela, determinando a permanência de moradores em três residências como situação de risco. Isso porque o escomento de uma galeria pluvial estaria causando infiltrações nas residências e tornando grande o risco de ficar no local. Com a chuva do final de semana, uma árvore caiu próximo a uma das residências e a força da água estourou a galeria, destruindo boa parte dos móveis e utensílios das casas.

“A água desceu a rua com força e invadiu a casa. Com essa chuva eu perdi tudo”, lamenta o morador, Hélio Borcarti. De acordo com o coordenador da Defesa Civil, Edimir de Paula, o orgão já havia alertado para o risco do local e encaminhado uma solicitação para que a Secretaria de Obras trabalhasse na via.

“A chuva acabou causando problemas com galeria em vários setores da cidade e este é um dos que acabou estourando com a força da água. Ali é um problema de servidão, porque a tubulação atende a Sanepar e passa por dentro dos terrenos. Iremos incluir este reparo na agenda e estamos atendendo de acordo com as condições da Secretaria”, afirmou o secretário.

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