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Câmara de PG aprova instalações de indústrias nos barracões do IBC

Empresas terão permissão de uso por dez anos. Perspectiva é de início das operações neste ano, gerando 116 vagas de trabalho

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Fernando Rogala

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Foram aprovados na Câmara de Ponta Grossa, em segunda discussão nesta quarta-feira, os Projetos de Lei para a instalação de duas empresas em um barracão do Instituto Brasileiro do Café, o IBC, na região do Distrito Industrial, próximo à Heineken. As beneficiadas foram a W.A.M Móveis de Escritório e a Ampere do Brasil Fios e Cabos, que se somam à TCM Materiais de Concreto, que também já teve o PL aprovado para a instalação no local. Juntas, vão investir quase R$ 3 milhões, gerando mais de 100 vagas de emprego diretas. A perspectiva é de que todas essas empresas iniciem suas operações neste ano. 

As empresas agora já poderão para ocupar um dos dois barracões. O trâmite legal, ainda prevê a sanção das leis pelo Prefeito, com a permissão de uso do local (já que é uma estrutura pronta, que será ocupada pelas empresas) e a assinatura dos contratos de permissão de uso. “A partir da assinatura desses contratos de responsabilidade da prefeitura e dos permissionários eles têm a autorização para entrar na área e adaptar, cada um, para sua atividade”, esclarece Adilson Strack, coordenador municipal de Desenvolvimento Industrial, Comercial e Tecnológico. Para que possam operar, porém, há alguns outros trâmites, como o da solicitação das licenças ambientais cabíveis. Cada uma terá o direito de permanecer por dez anos no espaço. 

A Ampere ocupará um espaço maior, de 7.616,44m², e as outras duas receberão espaços semelhantes: 5.170,08 m² para a W.A.M e 5.101,20 m² para a TCM. Cada empresa fará seus investimentos para a recuperação e para a melhor instalação, para exercerem suas atividades. “E além dos investimentos e a geração de emprego, a imponência, especifica para município, é que o barracão estava abandoando, e agora será dado utilidade para ele, sem custo nenhum para município, já que todo ônus de manutenção ficará sob a responsabilidade dos permissionários”, completa Strack. O outro barracão é ocupado pela prefeitura, pelas secretarias de Educação e Saúde. “Assim, o complexo do IBC fica ocupado 100%”, completa.

Strack recorda que um dos principais benefícios das empresas instaladas no local é que o IBC poderá funcionar como uma espécie de ‘condomínio industrial’. “As responsabilidades sociais e operacionais de custo serão ‘rachadas’ entre eles, como segurança, portaria, água, então funciona como um minicondomínio industrial”, informa Adilson Strack. A legislação prevê que as empresas têm, a partir da publicação em Diário Oficial, até seis meses para se instalar e dois anos para completar o projeto previsto. “Mas não vai tudo isso, porque eles têm pressa”, conclui.

Investimentos

O maior investimento a ser realizado entre as empresas será da Ampere. Conforme o PL, a empresa que atua no ramo de fios e cabos elétricos se propõe a investir R$ 1,1 milhão e abrir, pelo menos, 41 vagas de emprego. As outras empresas investirão cerca de R$ 900 mil, cada. Enquanto a W.A.M. móveis planejados e de escritório prevê abrir 46 oportunidades de emprego, a TCM artefatos de concreto projeta contratar, no mínimo, 29 pessoas de forma direta.

Empresários aguardam votação para iniciar projetos

Outros empresários estão aguardando a decisão do legislativo, para poderem colocar em prática seus projetos. Entre eles os das empresas Terraplanagem Zabel e Polimix, ambas no Distrito Industrial. Há, ainda outros cinco Projetos de Lei em análise, encaminhados ainda no ano passado, para o Polo de Confecções. Na época, sete projetos de lei foram encaminhados, dos quais apenas dois passaram pela votação. Ainda não há uma data exata para que ocorram essas votações. “São cinco projetos do Parque de Confecções que ainda estão nas comissões. Algumas já tiveram parecer favorável, mas é preciso entrar na ordem do dia para a votação. E isso depende exclusivamente do tramite da Câmara Municipal; a parte da prefeitura já foi feita”, explica o coordenador

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