Morte de ‘Dona Maria’ aos 101 anos causa comoção em PG | aRede
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Morte de ‘Dona Maria’ aos 101 anos causa comoção em PG

Sogra de Jeroslau Pauliki e avó de Márcio Pauliki completaria 102 anos em agosto. Ela faleceu no hospital após uma parada cardiorrespiratória

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Fernando Rogala

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Maria Vieira Simão, de 101 anos, faleceu neste sábado (24), em Ponta Grossa. Maria era a mãe de Cirlei Simão Pauliki, que é a esposa de Jeroslau Pauliki, fundador do Grupo MM. A ‘Vó Maria’, como era chamada pelo seu neto, o Deputado Estadual Márcio Pauliki, morreu no hospital depois de uma parada cardiorrespiratória. O corpo está sendo velado na Capela São Francisco e o enterro ocorre às 17 horas, no Cemitério São José. Nascida em Ponta Grossa, ela completaria 102 anos no dia 6 de agosto.

Em uma rede social, o Deputado deixou um emocionado depoimento. “Perder uma avó é como perder a nossa segunda mãe, mais sábia, mais paciente e mais carinhosa. É perder muito da doçura da vida. Que Deus possa lhe receber com todo amor e carinho ‘Vó Maria’”, declarou Pauliki. Nos comentários da publicação dele, inúmeras mensagens de carinho ao falar sobre a ‘Dona Maria’.

Seu outro neto, Jorge Pauliki, também revelou todo o seu amor por ela em uma rede social, e descreveu que perdeu uma pessoa que o ensinou a amar a vida sem procurar respostas. “Por eu ser o neto mais novo, posso dizer que essa guerreira me criou enquanto meu pai e mãe viajavam (...). Devota de Nossa Senhora Aparecida nos abençoava com suas orações, ajudava o próximo com seus trabalhos pela Legião de Maria, e mais com seus trabalhos na comunidade como um todo. Nesse momento, me dói o coração em escrever um texto de despedida, pois está machucando demais”, relatou. 

Ao Jornal da Manhã e Portal aRede, Marcio Pauliki explicou que há alguns dias ela estava em casa, foi levantar do sofá, se desequilibrou, caiu e fraturou o fêmur. Ela foi transportada ao hospital, onde foi preparada para uma cirurgia. "Ela teve que ficar dois dias se fortalecendo para fazer a cirurgia. Mas não voltou da cirurgia, não voltou da anestesia e teve parada cardiorrespiratória", explica o neto.

Pauliki confirmou que ela colaborava com trabalhos comunitário e realizava trabalhos manuais, como crochê. Devota fervorosa de Nossa Senhora de Fátima, não perdia uma novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, missas e orações diárias. 

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