Serviços do IML serão transferidos para o HU-UEPG
HU deverá passar por readequações para armazenar corpos dos municípios da região e fazer necrópsias

O Hospital Universitário Regional da Universidade Estadual de Ponta Grossa (HU-UEPG) será a nova sede do Instituto Médico Legal (IML) no município. A Secretaria de Estado de Segurança Pública do Paraná (SESP) confirmou, ao Jornal da Manhã e Portal aRede, que ainda neste mês a sede atual será interditada e os serviços serão transferidos para o HU-UEPG).
A SESP não deu detalhes sobre a mudança, mas anunciou que ela deve ser temporária, até que a sede atual seja reformada. “A Direção da Polícia Científica informa que o prédio do Instituto Médico-Legal de Ponta Grossa será interditado nas próximas semanas devido a uma reforma”, explicou o órgão. “Durante este período de reforma, o atendimento será realizado no Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais, em Ponta Grossa. As eventuais readequações estão sendo definidas”, informou via assessoria de imprensa.
O imóvel onde o serviço está sediado, atualmente, está com a estrutura comprometida. Ainda em janeiro, com o excesso de chuvas, a Defesa Civil de Ponta Grossa constatou rachaduras no muro do estacionamento e interditou um trecho da Rua Visconde de Itaboraí, aos fundos do IML. O local segue interditado, com risco de desmoronamento.
O HU-UEPG já foi comunicado pela Diretoria da Polícia Científica sobre a mudança e se prepara para receber a estrutura. Segundo o diretor do HU, Everson Krum, toda a estrutura do IML vai funcionar em uma área externa ao hospital, que deverá ser licitada emergencialmente pela SESP. “Nós vamos adequar o nosso necrotério e haverá adequações para o setor administrativo. (O IML) não vai funcionar nas dependências do hospital, será adaptada uma estrutura provisória em anexo ao hospital. Deverá ser feita uma licitação de emergência nos próximos dias para a adequação desta estrutura”, disse.
Além das necrópsias, os exames de corpo de delito serão realizados no ambulatório do HU-UEPG, nos horários de menor fluxo de pacientes. A previsão é que os serviços no hospital regional durem por seis meses.





















