Prolar abre nova licitação para construção de casas

Após rescindir os dois contratos com a Companhia Pontagrossense de Serviços (CPS), a Companhia de Habitação de Ponta Grossa (Prolar) iniciou ontem (30) um novo processo licitatório para a conclusão das obras nos conjuntos residenciais Parque dos Sabiás e Jardim das Andorinhas. A decisão foi divulgada em uma edição complementar do Diário Oficial nº 1.368 do Município.
As empresas interessadas terão que investir cerca de R$ 4,9 milhões para a finalização de 168 casas no Parque dos Sabiás e R$ 1,4 milhão em outras 168 no Jardim das Andorinhas – totalizando R$ 5,3 milhões e 336 residências nas duas licitações. A definição final da empresa escolhida acontece no dia 31 de outubro, às 9h.
De acordo com o presidente da Prolar, Dino Schrutt, a expectativa é que as obras sejam retomadas nos dois conjuntos logo após o fim do processo. “Precisamos cumprir o cronograma de concorrência e algumas questões burocráticas, mas acredito que os trabalhos reiniciem no dia seguinte à homologação do vencedor”, explica Schrutt – que prevê um prazo de 60 dias para a retomada.
A diferença nos valores, segundo o presidente, se dá pelo atual processo de construção dos dois conjuntos. “O parque dos Sabiás já conta com 55 casas entregues e aproximadamente 70% das obras concluídas, enquanto o Jardim das Andorinhas está com apenas 23% dos trabalhos realizados e nenhuma residência pronta”, destaca.
“No Sabiá está tudo bem adiantado, falta somente a conclusão de algumas casas e a instalação de pontos e estruturas de saneamento, como água e esgoto. Não existe nada oficial, então não tenho como garantir, mas pode ser que ainda dê tempo de entregar o conjunto até o final de 2014, se tudo ocorrer bem”, diz o presidente.
Percentual de obras causou rescisão
O novo processo licitatório se deve ao rompimento dos contratos com a Companhia Pontagrossense de Serviços (CPS). No início da construção dos dois conjuntos, a empresa vencedora da primeira licitação faliu antes da conclusão das obras. Assim, a CPS, segunda colocada, assumiu os trabalhos. No entanto, ela também não agradou. “A CPS é uma empresa que executa asfaltos e não casas. Ela não tem um percentual razoável de obras executadas, por este motivo optamos pela rescisão dos contratos e uma nova licitação para conclusão destas obras”, explicou Schrutt.
Informações do Jornal da Manhã.





















