Megaoperação tem apreensão de armas e drogas
Representantes das forças de segurança que fizeram parte da megaoperação integrada realizada ontem (05) em toda a cidade de Ponta Grossa, avaliaram a ação policial com um saldo positivo. O pronunciamento foi feito na manhã deste sábado (06) na sede do 4º Comando Regional da Polícia Militar (CRPM). A operação integrada colocou mais de 100 agentes nas ruas e contou com o apoio de um helicóptero do Grupamento Aeropolicial e Resgate Aéreo (Graer), que sobrevoou o município.
De acordo com o levantamento total da megaoperação, 846 pessoas foram abordadas. Uma espingarda carabina com um silenciador foi apreendida. "O rapaz foi abordado e em sua casa foi localizada uma carabina, calibre 22, com um silenciador. Equipamento que se equipara ao uso restiro", relatou o Major Edmauro Assunção, da Polícia Militar.
Além disso, uma arma de fogo do tipo garrucha, calibre 22, e diversas munições também foram apreendidas. Uma pessoa acabou presa por tráfico de drogas. Quase 4 kg de maconha foram encaminhadas para a 13ª Subdivisão Policial. Motocicletas com alerta de furto foram localizadas e ainda mandados de prisão cumpridos.
Segundo o delegado Josimar Antônio da Silva, da Polícia Civil, os investigadores sentiram o resultado da operação imediatamente. "O plantão da Polícia Civil foi calmo. Nossos investigadores nos relataram a diferença", contou. O Major Edmauro ressaltou a importância do helicóptero na ação. "Na tarde de ontem recebemos uma denúncia relatando que uma motocicleta havia sido furtada no centro da cidade. Imediatamente o helicóptero saiu em busca, através das características do capacete do suspeito. O criminoso, ao avistar a aeronave, abandonou a motocicleta em via pública - no meio da rua - e empreendeu fuga em um matagal atrás do Hotel Vila Velha", relatou.
O secretário de Cidadania e Segurança Pública de Ponta Grossa, Ary Lovato, pediu para que a população colabore com as forças policiais. " Pedimos para que os cidadãos não comuniquem e não publiquem em redes sociais as ações da Polícia. Isso atrapalha muito na localização de bandidos. Muitas pessoas acabam avisando amigos por redes sociais ou até mesmo por ligações onde estão sendo realizadas as blitz", desabafou.





















