Estado licita projeto do Colégio Iolando Taques
Licitação deve definir projeto e valor da construção de escola que há 15 anos não possui sede. Atualmente, escola funciona em um espaço cedido pela Prefeitura

O Governo do Estado abriu uma licitação para a elaboração do projeto executivo da Escola Estadual Iolando Taques, em Ponta Grossa. O edital é o primeiro passo para a construção da unidade, que há 15 anos só existe no papel e funciona de forma provisória. O processo licitatório está marcado para o dia 8 de novembro, no valor de R$ 95 mil.
Segundo o Instituto de Desenvolvimento Educacional do Paraná (Fundepar), responsável pela licitação, o projeto também vai definir de quanto será o investimento para a construção do colégio. “Este processo licitatório se destina à elaboração do projeto executivo e orçamento. É a fase inicial. A empresa vencedora dessa concorrência ficará responsável por elaborar o projeto da escola”, informou, via assessoria de imprensa.
O início das obras do Iolando Taques deve começar somente em 2018. “Uma vez vencida esta fase, será aberta uma outra licitação, esta sim para a construção da escola. Esse segunda licitação deverá ocorrer em meados do ano que vem”, destacou o Fundepar. “A situação atual da escola obviamente não é a ideal e é fácil compreender a pressa de quem precisa de uma estrutura escolar funcional e não tem. Infelizmente, as providências técnicas para a realização deste tipo de construção são morosas”, completou.
Comunidade espera obras há 15 anos
Atualmente, a Escola Estadual Iolando taques funciona em um barracão cedido pela Prefeitura, ao lado do campus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). O problema é que os alunos matriculados no colégio são da região do Los Angeles. De acordo com o diretor, Wilson Aurélio Pianaro, a distância tem desmotivado alguns alunos a frequentar as aulas. “Temos alunos que desistiram de estudar quando houve esta mudança na localização da escola”, disse.
A escola funcionou normalmente, por cerca de dez anos, junto à Escola Municipal Zair Nascimento. No entanto, com a construção de novos residenciais na região, a demanda de alunos cresceu e o espaço de tornou pequeno para comportar todos os alunos. Com isso, em 2015, os mais de 300 alunos matriculados no Iolando Taques foram divididos entre os colégios José Elias da Rocha, Professor Colares e Senador Correia. “Nós funcionamos como uma escola itinerante, isso dificultou não só a vida dos alunos, mas também dos professores e da administração, que precisava rodar de um para outro colégio para tender os alunos”, afirmou.





















