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Com PG nos planos, Paraná quer investir em inovação

Criação de parque tecnológico local deve auxiliar Estado a se consolidar entre os três melhores do país no segmento.

Reunião do grupo técnico do Conselho Estadual de Parques Tecnológicos (CEPARTEC).
Curitiba, 24/10/2017.
Foto: José Fernando Ogura/SEAE
Reunião do grupo técnico do Conselho Estadual de Parques Tecnológicos (CEPARTEC). Curitiba, 24/10/2017. Foto: José Fernando Ogura/SEAE -

Da Redação

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Criação de parque tecnológico local deve auxiliar Estado a se consolidar entre os três melhores do país no segmento.

O Paraná quer se consolidar entre os três estados mais intensivos em inovação do Brasil. Segundo o Centro de Liderança Pública (CLT), atualmente o Estado ocupa o quinto lugar e a meta é alcançar a nova posição no período de 20 anos. Este foi o assunto da reunião do Conselho Estadual de Parques Tecnológico (Cepartec), durante a semana, no Palácio Iguaçu, em Curitiba. O Conselho, que é presidido pelo governador Beto Richa, aprovou a criação do Sistema Paranaense de Parques Tecnológicos e apresentou a proposta de seu planejamento estratégico, até 2037. O sistema será agora formalizado por meio de decreto do governador.

Além das 15 iniciativas efetivas de parques tecnológicos no Paraná, Ponta Grossa é uma das quatro cidades do Estado que estão em fase de planejamento do projeto, ao lado de Guarapuava, Paranavaí e Jacarezinho. Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, Ponta Grossa é uma das regiões com o maior potencial de receber um novo parque.

“O Paraná está criando um ecossistema de inovação e, por conta do perfil da região de Ponta Grossa, da área industrial e universitária, é necessário que se crie uma cultura de desenvolvimento de pesquisas”, explica o secretário. Gomes acredita que o parque tecnológico local deva sair do papel através de uma parceria entre o Poder Executivo municipal e o Estado.

De acordo com o secretário de Estado da Fazenda, Mauro Ricardo, o Sistema Paranaense de Parques Tecnológicos vai ordenar e integrar ações de pesquisa e inovação tecnológica, buscando a participação de universidades e institutos de pesquisas, alunos, pesquisadores e setor privado. “No Estado, existem inúmeras iniciativas implantadas, mas faltava uma coordenação que pudesse identificar quais são as inovações necessárias a serem desenvolvidas aqui, quais as fontes de financiamento para que esta inovação se desenvolva e quais as equipes capacitadas”, explicou.

Executivo analisa modelo de negócio

No início de setembro, o poder Executivo de Ponta Grossa se reuniu com consultores especializados em projetos de parques e incubadoras tecnológicas para analisar modelos de negócios de implantação de um parque na cidade. Os projetos são semelhantes aos já aplicados em outros municípios. A ideia é transformar o município em um polo de inovação, com o apoio de instituições de ensino superior como a UEPG e a UTFPR.

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