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Pauliki discute investimentos para IMLs no Paraná

Deputado do PDT busca reforços para o efetivo do Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Grossa

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Da Redação

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O deputado Marcio Pauliki (PDT) se reuniu nessa quinta-feira (28) com o diretor geral da polícia científica, Hemersson Bertassoni, para discutir a necessidade de maiores investimentos nos Institutos Médicos Legais (IMLs) do Paraná. Em Ponta Grossa, por exemplo, o déficit no número de funcionários e equipamentos é um problema histórico que já vem sendo debatido por diversas lideranças políticas.

“Há um déficit de servidores e temos que lutar para melhorar essa situação e a necessidade de uma realização de concurso público para esta área é fundamental", ressalta Pauliki. O governo estuda a possibilidade do chamamento do concurso público para os profissionais dos IMLs de todo o Estado. “Em Ponta Grossa, por exemplo, nosso pedido é de 13 novos profissionais, incluindo peritos, médicos legistas e motoristas", revela o deputado.

Bertassoni também informou que o orçamento para a construção do IML de Telêmaco Borba entrará no orçamento do Governo do Estado para o próximo ano. “Esse é um passo muito importante para a descentralização do IML. Também estamos lutando para conquistar uma sede do Instituo Médico Legal e, Irati”, afirma o deputado.

O IML de Telêmaco Borba já tem, inclusive, terreno para a sua construção, que fica perto do Hospital Regional da cidade. “Mais IMLs no estado contribuem decisivamente para reduzir a demanda das cidades que já tem IML, como é o caso de Ponta Grossa”, ressalta Pauliki. No caso de PG, o IML atende uma série de cidades da região dos Campos Gerais e, muitas vezes, o atendimento acaba prejudicado.

“Luto pelo IML desde o início do meu mandado. As boas notícias surgem gradativamente graças ao trabalho técnico que venho desempenhando aliado ao comprometimento de grandes profissionais do estado como é o caso do Bertassoni e, é claro, a política municipalista do governo”, completa o deputado.

Falta de profissionais provoca longas demoras

Por mais de uma oportunidade famílias passaram longos períodos esperando a liberação de corpos em Ponta Grossa. As situações se repetiram diante de duas questões: a primeira é a falta de profissionais para atuar na sede do IML que fica no município e a segunda é a sobrecarga da própria unidade que atende várias cidades dos Campos Gerias. Por vezes, os profissionais do IML tem que percorrer longas distâncias em um curto espaço de tempo para recolher corpos, processo que atrasa ainda mais a liberação aos familiares. 

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