Congresso de Direito é aberto em Ponta Grossa
O evento é uma promoção do Instituto Paranaense de Direito Processual (IPDP) com apoio das Faculdades Cescage

Cercas de 700 pessoas lotaram as dependências do Clube Verde, em Ponta Grossa, na noite de segunda-feira (18), na abertura do II Congresso de Direito Processual. O evento é uma promoção do Instituto Paranaense de Direito Processual (IPDP) com apoio das Faculdades Cescage. O congresso conta com patrocínio da Itaipu Binacional e Sanepar. O desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), e presidente do IPDP, José Sebastião Fagundes Cunha, fez a abertura da conferência enaltecendo o papel dos estudantes para o futuro do país. “Vocês são a esperança para a nação brasileira. Estudem, deixem o comodismo de lado e lutem pelos seus ideais. Futuramente teremos um país mais justo”, disse.
A primeira palestra da noite foi apresentada pelo doutor Manoel Caetano Ferreira Filho, relatando sobre o sistema recursal mais eficiente do Novo Código de Processo Civil. A conferência magna foi proferida pelo doutor Antonio Carlos Marcato, membro do Ministério Público do Estado de São Paulo e Juiz do Segundo Tribunal de Alçada Civil, Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que relatou o limite do juiz. “Existem limites para as técnicas executivas proferidas pelos juízes, a lei e o bom senso. Os magistrados devem analisar as medidas executivas a luz do caso concreto, sempre tendo em vista o contraditório, salvo situações de emergência, respeitando em primeiro lugar a Constituição Federal”, disse Marcato.
Durante o debate sobre Processo Penal os debatedores André Karan Trindade, Elias Mattar Assad, Marcelo Lebre e João Maria de Goes, comentaram alguns pontos sobre a presunção de inocência. Elias Mattar Assad Presidente da Nacional da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas relatou o trabalho dos advogados.
“Nós (advogados) representamos a nação brasileira, fazemos a interlocução do poder judiciário com as famílias brasileiras. O processo tem atrás dele sonhos, seres humanos, e tem que ser tratado com essa delicadeza. Talvez possamos melhorar o Brasil com equilíbrio, e que as pessoas sintam segurança no poder judiciário. Queremos o Brasil que a Constituição Federal prometeu”, comentou o Advogado Criminalista.
Além dos palestrantes, participaram da abertura o Diretor Geral e coordenador do curso de Direito das Faculdades Integradas dos Campos Gerais, José Sebastião Fagundes Cunha Filho, a presidente em exercício da OAB-PG, Rubia Carla Goedert, Mauricio Silva, Secretário Municipal de Governo, Antônio César Bochenek, Juiz Federal e Vice-Presidente do IPDP, Kleber Carrazo professor da UEPG e membro do IPDP, Sandro Franco Godoy professor CESCAGE, e Carlos Lopatiuk, auditor do TCE-PR.





















