Justiça marca interrogatório de autor de homicídio
Anderson Barboza de Paula matou a namorada com um taco de beisebol e ainda a asfixiou

A juíza Laryssa Angelica Copack Muniz, do Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, designou a data de 16 de Outubro de 2017, às 15:30hs no Fórum de Ponta Grossa, a realização da audiência de instrução e julgamento de Anderson Barboza de Paula, acusado da morte da companheira Juliana Silveira Nunes.
O crime ocorreu em 27 de julho deste ano e teve repercussão nacional, tendo em vista a forma como a vítima foi brutalmente assassinada, com um taco de beisebol e ainda asfixiada com uma corda. O acusado, após o crime, fugiu para o Paraguai com veículo da vítima, mas foi preso na divisa dos dois países.
Após ser denunciado por crime hediondo, (homicídio duplamente qualificado por motivo fútil, e usando de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, e mais feminicídio (crime contra mulher), o acusado tentou requerer a revogação de sua prisão, o que foi negado pela juíza do processo.
Nesta audiência, deverão ser ouvidas as testemunhas arroladas pela promotora de Justiça, em número de 4, e mais 6 testemunhas de defesa, arroladas pelos advogados do réu, Marcos Jose de Lima e Ronaldo da Silva.
Após esta audiência, o processo será encaminhado ao Ministério Público e pelo assistente de acusação, advogado da família de Juliana, Angelo Pilatti Junior, para as alegações finais e da defesa também. Na sequência, o processo será concluso à juíza, a qual manifestará a sua sentença de pronúncia, onde poderá encaminhar o acusado para ser julgado pelo Tribunal do Júri, o qual, se não houver algum recurso, poderá ocorrer ainda este ano.





















