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Lovato sustenta política pública para a segurança

Secretário de Cidadania e Segurança Pública visitou o Legislativo para expor dados do trabalho realizado no setor

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Afonso Verner

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Após um convite do vereador Rudolf ‘Polaco’ (PPS), o secretário de Cidadania e Segurança Pública, Ary Lovato, esteve nesta segunda-feira (21) no Legislativo Municipal. No comando da Secretaria desde o começo do primeiro mandato do prefeito Marcelo Rangel (PPS), Lovato usou a tribuna durante a chamada ‘comunicação parlamentar’ e ressaltou trabalho em prol de uma política pública para o setor.

Na tribuna, Lovato admitiu que na semana anterior o setor de segurança pública passou por uma crise em Ponta Grossa. “O arrastão em um bar da cidade gerou uma grande intranquilidade, mas nós soubemos lidar com isso”, explicou o secretário. Ary afirmou ainda que tanto a Guarda Municipal, órgão subordinado à Secretaria, como outras instâncias da área de segurança atuaram para conter a crise.

Durante o pronunciamento, Lovato questionou a presença do PCC (Primeiro Comando da Capital) na cidade. “Isso não existe”, garantiu Ary. Na tribuna, o secretário defendeu ainda a atuação da Guarda Municipal e da Defesa Civil na política de segurança do município. “Recentemente recebi muitas críticas, alguns vereadores cobravam uma política específica para o setor, temos isso, temos trabalhado para conseguir avanços”, contou o secretário.

Entre os avanços destacados por Lovato estão o aumento no número de câmeras de monitoramento em várias partes da cidade, além da ampliação da estrutura da Guarda Municipal. “Temos hoje uma Guarda exemplar uma secretaria de Cidadania e Segurança com uma gestão autônoma e estamos buscando outros avanços”, garantiu o secretário.

Vereadores questionam declarações

Logo após deixar a tribuna, Lovato foi criticado por alguns vereadores. O primeiro parlamentar a questionar a fala do secretário foi George de Oliveira (PMN), líder da oposição – George questionou a falta de bases da guarda municipal em outros locais, além do Guaragi. “Temos uma guarda que é mal paga e sofre com a falta de estrutura”, explicou o oposicionista.

As críticas ganharam coro com Celso Cieslak (PRTB). Membro da reserva da Polícia Civil e com passagem pela Polícia Militar (PM), o vereador criticou a “falta de definição” das atribuições da Guarda Municipal. “O Executivo precisa especificar qual é a função da Guarda Municipal com urgência”, criticou.

Vereadores da base rebatem críticas

As críticas e questionamentos de Celso e George foram prontamente respondidas por integrantes da base governista. O primeiro a responder foi o líder do Governo, Rudolf ‘Polaco’ (PPS). “As funções da Guarda Municipal estão previstas em lei e tem sido muito bem cumpridas pelo comando da corporação”, explicou.

Já o vereador Walter José de Souza, o Valtão (PROS), defendeu a instalação da base da GM no Guaragi. “O Distrito tem uma característica urbana e fica a 30 minutos de carro da área central de PG”, defendeu Valtão. 

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