Família pede júri popular de Spinardi ainda neste ano | aRede
PUBLICIDADE

Família pede júri popular de Spinardi ainda neste ano

Suspeito de assassinar Cíntia de Souza e jogar o corpo em uma vala no São Jorge permanece preso enquanto aguarda o julgamento

Caso aconteceu em janeiro de 2015 e família ainda aguarda julgamento do acusado | Divulgação
Caso aconteceu em janeiro de 2015 e família ainda aguarda julgamento do acusado | Divulgação -

Da Redação

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

Suspeito de assassinar Cíntia de Souza e jogar o corpo em uma vala no São Jorge permanece preso enquanto aguarda o julgamento

A família da personal trainer Cíntia de Souza, assassinada em janeiro de 2015, pressiona o Poder Judiciário para que o acusado do crime, o ex-namorado da jovem, Paulo Leandro Spinardi, seja submetido a júri popular ainda em 2017. Os advogados que representam a família da vítima e assistentes do Ministério Público, Fernando Madureira e Ângelo Pilatti Junior, argumentam que os recursos tentados pela defesa do acusado já foram negados e, por isso, pedem mais agilidade no processo.

Os assistentes de acusação do MP esperam que o caso seja levado a júri popular ainda este ano, e que o réu seja condenado a mais de 20 anos de reclusão, pela prática de homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e fraude processual. A prisão preventiva de Spinardi foi mantida e ele continuará detido aguardando julgamento.

A denúncia do MP aponta que, em 14 de janeiro de 2015, na localidade de Água Fria, no rio São Jorge, perto da Estrada Alagados, na zona rural de Ponta Grossa, Spinardi, “de forma consciente e voluntária, com inequívoca intenção de matar, empurrou a vítima Cíntia de Souza, sua ex-convivente, fazendo com que esta caísse em uma fenda na rocha de aproximadamente 15 metros de altura, o que lhe causou ferimentos, bem como o seu afogamento”.

A acusação pede que Spinardi seja condenado por homicídio triplamente qualificado – por motivo torpe (ciúmes e inconformismo com o fim do relacionamento), uso de meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima – além de ocultação de cadáver (porque foram depositadas rochas sobre o corpo de Cíntia) e fraude processual.

PUBLICIDADE

Conteúdo de marca

Quero divulgar right