Família de jovem assassinada faz apelo à Justiça

Familiares de Cintia de Souza que foi morta em janeiro de 2015, na localidade de Água Fria, Rio São Jorge, na área rural de Ponta Grossa, pelo acusado Paulo Leandro Spinardi, aguardam ansiosamente para ainda este ano, o julgamento pelo Tribunal do Juri de Ponta Grossa. Ele foi pronunciado por crimes de homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e fraude processual. A defesa do réu, após recorrer da sentença de pronuncia que encaminha o mesmo para julgamento pelo júri popular, teve o recurso negado, restando agora, a publicação da decisão do TJ, e a designação da data do júri. Acredita-se que pelos trâmites normais, este júri deverá ocorrer ainda, no segundo semestre deste ano, sendo já considerado nos meios forenses como o julgamento do ano. Os advogados Angelo Pilatti Junior e Fernando Madureira, que representam a família Souza, confiram que o processo terá um julgamento longo e bastante polêmico, uma vez que os defensores do réu, tentarão sustentar a tese de que o crime foi culposo (acidente), ao passo que os assistentes da Promotoria, entendem que existem elementos suficientes para que o crime seja definido como homicídio doloso triplamente qualificado (motivo torpe, cruel e que impossibilitou a vítima, de defesa), além de ter ainda, ocultado o cadáver e tentado frustrar as provas





















