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Pastor pede a suspensão da 25ª edição da München

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Gabriel Sartini

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Após não obter sucesso no projeto que proibia a realização da Münchenfest, o líder da bancada cristã, vereador Pastor Ezequiel (PRB), pretende suspender a 25ª edição do evento através da Comissão Especial de Investigação (CEI) da München. O parlamentar enviou hoje um requerimento à Prefeitura, no qual pede que a festa não seja realizada neste ano. O objetivo é que a München permaneça suspensa até o fim das investigações.

Instaurada no início do mês passado, a CEI é presidida pelo Pastor Ezequiel e tem até setembro para concluir a investigação sobre os gastos do Poder Público com a 24ª Münchenfest. No entanto, o vereador já antecipou que vai pedir a prorrogação do prazo por mais três meses. De acordo com Ezequiel, nenhuma licitação ou contrato deve ser celebrado pela Prefeitura para a nova edição da festa enquanto a CEI estiver em andamento.

No requerimento, além de apontarem os gastos que ainda não foram esclarecidos pela comissão, os vereadores também alertam o Governo Municipal sobre o inquérito em andamento no Ministério Público do Estado do Paraná (MP) sobre o mesmo tema. “Até que seja esclarecida a última festa, vamos impedir que a Prefeitura faça a 25ª Münchenfest”, afirma Ezequiel.

Além do pastor, a CEI conta com o coautor do malfadado projeto da bancada cristã para por fim à München, vereador Professor Careca (SDD), com o líder da oposição Antônio Laroca Neto (PDT), com o líder do PPS, Rogério Mioduski e com o vereador Izaías Salustiano (PSDC), que assumiu a relatoria da investigação. Destes somente os dois últimos votaram contra o fim da München.

A proposta da bancada foi rejeitada em maio deste ano. Tendo como alvo a Münchenfest, a redação original do projeto de lei barrava a Prefeitura de dar apoio financeiro, logístico e institucional a qualquer festa onde houvesse comercialização ou consumo de bebidas alcoólicas. O projeto chegou a ser aprovada em primeira votação, mas após manifestações contrárias de entidades e juristas, acabou reprovado.

Informações do Jornal da Manhã

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