‘Corpus Christi’ terá novidades para os fiéis este ano
Durante a procissão, haverá homenagens para Maria e outras surpresas aos fiéis; expectativa é de 40 mil participantes
Durante a procissão,
haverá homenagens para Maria e outras surpresas aos fiéis; expectativa é de 40
mil participantes
A tradicional procissão de Corpus Christi, com saída
programada para esta quinta-feira (15), às 14h30, da frente do Asilo São
Vicente de Paulo, na Júlio de Castilhos, terá algumas novidades este ano. Os
fiéis estão sendo orientados a levar uma rosa para homenagear Nossa Senhora, em
referência ao Ano Jubilar Mariano por ocasião dos 300 anos do encontro da
imagem de Aparecida. Ainda dentro dessa homenagem, alguns adolescentes estarão
caracterizados para lembrar os vários títulos de Maria. Todos os anos, a
procissão reúne perto de 40 mil pessoas em Ponta Grossa.
Da frente do Asilo São Vicente, o cortejo passa pela
Balduíno Taques, Avenida Vicente Machado, terminando no Complexo Ambiental
Manoel Ribas, na Rua Benjamin Constant. De acordo com o padre Clayton Delinski
Ferreira, coordenador diocesano da Ação Evangelizadora e responsável pela
organização, a procissão de Corpus Christi (palavra em latim que significa Corpo
de Cristo) é uma solenidade instituída oficialmente na Igreja Católica, em
1264, pelo Papa Urbano IV. “A procissão é oportunidade para que o povo
testemunhe publicamente a sua fé na certeza de que Jesus está presente como
prometeu quando instituiu o Sacramento da Eucaristia: "Tomai e comei, isto
é o meu corpo" (Mateus 26, 26)”, explica o padre.
O percurso tem 3,5 quilômetros, feitos em aproximadamente 1
hora e meia. “Teremos algumas surpresas neste ano que certamente mexerão com a
experiência de fé e com o sentimento das pessoas”, adianta o coordenador
diocesano, citando a rosa que servirá para homenagear Maria e o encontro da
imagem de Aparecida nas águas do Rio Paraíba, e, a presença de adolescentes
representando os vários títulos de Nossa Senhora. “A expectativa é proporcionar
para a cidade de Ponta Grossa um momento oportuno para o encontro com Deus,
para expressar publicamente a fé de que Jesus está ressuscitado e vivo no
Sacramento da Eucaristia.
Padre Clayton lembra que, além de ser um momento cultural,
devido o resgate histórico feito com a simbologia destacada nos tapetes, a
procissão é também uma ocasião de reunião, de confraternização, de revisão da
vida e de receber uma instrução catequética sobre a fé feita na reflexão que
orienta a solenidade. No dia da procissão, 33 organismos entre Paróquias,
Pastorais e Movimentos, enviam seus membros para a montagem do tapete nas
principais ruas de nossa cidade. Ao todo, são mobilizadas perto de .1500
pessoas.
No encerramento, em Ponta Grossa, não acontece missa, que já
ocorreu nas diversas comunidades ao longo da manhã. O bispo dom Sergio Athur
Braschi dirige uma breve mensagem de exortação para a missão do cristão e
conclui o ato solene, abençoando o povo “e enviando-o para a missão de ser sal,
luz e fermento na transformação das realidades onde o cristão é chamado a viver
seu compromisso com o projeto de Jesus Cristo no serviço aos irmãos”, ressalta
padre Clayton.
A solenidade está em conformidade com o Programa Comunidade
Samaritana desenvolvido pelas 46 Paróquias e mais de 600 Comunidades da Diocese
de Ponta Grossa, que conta com 11.400 missionários realizando visitas
missionárias para a evangelização e o serviço junto às famílias, em vista de
atender apelo do Papa Francisco, que deseja uma Igreja em saída, que vai ao
encontro das pessoas.
Informações Assessoria de Imprensa.