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Sindicato apresenta contraproposta da data-base

Sindicalistas apresentaram documento com a posição da categoria. Nova assembleia foi convocada para o próximo dia 18

Leovanir acompanhou de perto a repercussão da suspensão do tramite do projeto FGTS no Legislativo
Leovanir acompanhou de perto a repercussão da suspensão do tramite do projeto FGTS no Legislativo -

Afonso Verner

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Sindicalistas apresentaram documento com a posição da categoria. Nova assembleia foi convocada para o próximo dia 18

O Sindicato dos Servidores Municipais (SindServ) apresentou nesta quinta-feira (11) ao Governo Municipal a contraproposta da categoria sobre a data-base dos funcionários da Prefeitura. Após a administração oferecer a reposição da inflação em duas parcelas (a primeira paga na folha de maio e a segunda na folha de dezembro), a categoria decidiu em assembleia exigir o pagamento em parcela única.

A contraproposta do Sindicato foi encaminhada ao secretário de Recursos Humanos a Administração, Ricardo Linhares – sindicalistas e governo tinham uma reunião agenda, mas o encontro acabou cancelado. Segundo Leovanir Martins, presidente do Sindicato, após a consulta da categoria os sindicalistas formularam uma proposta que prevê pagamento da inflação do período em parcela única e levando em conta toda a remuneração do servidor (salários e função gratificada, por exemplo).

No documento enviado ao Governo, o Sindicato relata ainda o resultado da consulta feita junto aos servidores. Segundo o documento apenas 2,27% dos 3.126 servidores consultados aceitaram a proposta inicial do Governo, outros 19,58% votação pela rejeição da proposta e adesão ao cenário de greve, já a maioria dos servidores consultados (78,15%) votaram pela proposta de pagamento da inflação em parcela única e sobre toda a remuneração.

Debate do FGTS suspenso

Enquanto a data-base do funcionalismo segue em discussão, a Câmara de Vereadores (CMPG) suspendeu, por ordem de uma decisão liminar da Justiça, o debate sobre o refinanciamento da dívida da Prefeitura oriunda do não pagamento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Uma mandato de segurança da 2ª Vara da Fazenda Pública suspendeu o tramite do projeto de lei (PL) 99/2016 de autoria do Poder Executivo que previa a renegociação do débito de R$ 25,9 milhões em 60 meses. 

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