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Futuro do Parque de Confecções será definido neste ano

Reunião já foi realizada com integrantes da associação do polo e decisões devem ser acertadas nos próximos meses

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Fernando Rogala

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O futuro do Parque de Confecções, em Ponta Grossa, será definido ainda neste ano. Projeto apresentado há mais de sete anos, ainda na gestão de Pedro Wosgrau Filho, deverá ter avanço por dois motivos, segundo Paulo Carbonar, secretário de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional de Ponta Grossa: a decisão judicial sobre o processo de usucapião da área e a definição, junto aos próprios empresários do setor, através da associação das malharias, sobre quais os melhores rumos a serem tomados para o polo. 

No final do ano passado, representantes da associação reuniram-se na Secretaria para debater o assunto com o Secretário e outros integrantes da pasta. Segundo Carbonar, inúmeros temas foram discutidos, e os empresários ficaram de dar respostas a alguns itens, para ações que ficaram pendentes. “Ainda não obtivemos a resposta deles. O município pediu o posicionamento e esperamos essa definição deles. Nos próximos meses vamos convocá-los para conversar e tomar uma decisão definitiva”, informa o secretário, que reiterou que o município tem trabalhado da maneira mais cabível, respeitando as leis da época.

De acordo com o secretário, a área destinada para a instalação das empresas, localizada às margens da BR-376, ao lado do viaduto do Santa Maria, possui espaço suficiente para a instalação entre 25 a 30 empresas do setor. “Já existe a doação para oito empresas que integrarão o polo”, completa Carbonar.

A decisão judicial de posse da área (Usucapião), que deve ser concluída pela justiça ainda neste ano, é fundamental para dar mais segurança às empresas do setor. “Precisamos esperar esta decisão, para que aí possamos fazer a doação às empresas, que é algo que ainda não podemos. Elas estão impedidas de ter a área no nome delas e isso prejudica. Queremos resolver o mais rápido possível e poder dar sequência neste projeto”, conclui Paulo Carbonar.

Intenção é expandir o projeto e criar um centro comercial  

De acordo com Paulo Carbonar, a prefeitura tem um projeto mais ambicioso para o espaço. Além da instalação das indústrias deste ramo de confecções, há a intenção de instalar um centro comercial. “Nós temos essa ideia de, mesmo com a participação deles (empresários), fazer um trabalho para a instalação de um polo comercial junto, que seja para as indústrias participarem, com eles e outros segmentos. Mas, para isso, precisamos da definição deles para dar sequência”, informa o secretário

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