Grávida chama a PM para conseguir ser internada
Daiane Denise Gomes, 23 anos, está grávida do terceiro filho e passou por uma situação pra lá de constrangedora durante a tarde de hoje (24/06) em Ponta Grossa. A jovem teve que chamar uma viatura da Polícia Militar para conseguir ser atendida no Hospital Evangélico - a gestante já foi encaminhada com urgência para um procedimento de cesariana no hospital duas vezes e nas duas ocasiões foi mandada de volta para casa.
Desta vez, Denise e o marido, Luciano Bueno Correia, decidiram que não voltariam para casa sem a jovem dar à luz ao terceiro filho do casal. "Estou sentindo fortes dores na barriga e minha gravidez é de risco. Meu médico me mandou duas vezes para vir até o Evangélico e fazer a cesariana com urgência e nas duas vezes eu fui mandada pra casa. Agora estou com medo de perder a criança", contou Denise.
Com a chegada da Polícia Militar, por volta das 14h desta terça-feira, e uma rápida conversa entre os envolvidos no caso, Daiane foi levada para a parte privada do Hospital, enquanto o marido, Luciano, ficou na recepção. Os policiais militares explicaram que não houve omissão de socorro, mas sim uma demora no atendimento.
Até as 17h, Luciano não tinha recebido mais nenhuma informação sobre estado de saúde da esposa e muito menos visto Daiane - Luciano continuava sem saber o estado de saúde de Daiane e se o próprio filho tinha nascido ou não. A direção do Hospital Evangélico foi procurada mas preferiu não se manifestar sobre o incidente.
Segunda confusão em menos de dois meses
Essa é a segunda confusão registrada na maternidade do Hospital Evangélico em menos de seis meses. Em janeiro, um médico abandonou um plantão alegando que o local estava superlotado e era impossível trabalhar - na época, a direção do Evangélico convocou uma coletiva para apresentar um posicionamento pelo fato e declarou que o profissional tinha tido um descompasso emocional.





















