Polícia prende quadrilha após troca de tiros
Policiais civis e militares de Piraí do Sul prenderam parte do quadrilha suspeita de assaltar agências dos Correios da região. Três homens foram detidos depois de uma tentativa de assalto frustrada à agência dos Correios na cidade - um dos envolvidos acabou reagindo e foi baleado na troca de tiros com policiais. O grupo também é responsável ao assalto a um correspondente no Correio na avenida Souza Naves, em Ponta Grossa.
Os suspeitos foram apresentados na 13ª Subdivisão Policial e depois encaminhados para a sede da Polícia Federal em Ponta Grossa - o caso será investigado pela PF por se tratar de um ataca a um órgão federal, nesse caso os Correios. Junto com o grupo, os policiais aprenderam dois revólveres calibre 38, uma pistola Taurus calibre 380, munição especial para furar coletes e uma grande quantidade de dinheiro.
Os presos foram identificados como Marcelo Luiz da Silva e Marcelo Luiz Machado. O terceiro suspeito, baleado no confronto com a Polícia, portava documento de Alcimar Crecêncio - aparentemente a identidade era falsa e pertence a um policial militar de Pato Branco.
Perseguição em Piraí do Sul
Em Piraí do Sul, o grupo foi surpreendido quando assaltava a agência dos Correios que fica na região central da cidade. Marcelo Luiz da Silva e Marcelo Luiz Machado foram presos ainda dentro da agência. Já o terceiro suspeito acabou fugindo em direção a uma escola da cidade, roubo o carro de uma professora, furtou um outro caminhão e ainda tentou atirar nos policiais - o homem acabou baleado com um tiro no peito e foi levado em estado grave para a Santa Casa da cidade.
Grupo bem armado
Depois de roubarem a agência na Souza Naves, os bandidos foram até Piraí para realizar o outro crime - dois integrantes da quadrilha acabaram fugindo e ainda são procurados pela Polícia de Piraí. Com o grupo foram encontrados armas, dinheiros e até munição feita para perfurar coletes à prova de balas.
Segundo o Delegado da Polícia Civil de Piraí do Sul, Jaíro Luiz Duarte de Camargo, o grupo estava bem armado e preparado para o confronto com os policiais. "Nós encontramos dois revólveres de porte e uma pistola potente com os suspeitos. Além de uma munição feita para perfurar coletes à prova de balas", explicou Jaíro.





















