Seis seminaristas serão ordenados diáconos domingo
Número de ordenações é o maior dos últimos 13 anos na Diocese de Ponta Grossa

Número de ordenações é o maior dos últimos 13 anos na Diocese de Ponta Grossa
“Como o Pai me enviou, também eu vos envio” (Jo 20,21). Neste Domingo da Divina Misericórdia, a Diocese de Ponta Grossa será abençoada com a ordenação diaconal de seis seminaristas. A celebração será na Catedral Sant’Ana, às 15 horas, e será presidida pelo bispo dom Sergio Arthur Braschi, que, em 13 anos no comando da Diocese, nunca ordenou tantos padres em um único ano. A ordenação presbiteral, individual, será celebrada a partir de agosto, na paroquia de origem dos seminaristas, onde, cinco deles já estão residindo.
Um tríduo, com missas diárias, prepara a ordenação diaconal nas paróquias Santo Antônio, de Ponta Grossa; Senhor Menino de Deus, de Piraí do Sul; Menino Jesus, de Reserva; Nossa Senhora da Luz, Irati; São Roque, de Ventania, e Nossa Senhora de Fátima, de Telêmaco Borba, cidades ondem moram os seminaristas. Para o bispo dom Sergio, o momento é de grande alegria, grande esperança para a Diocese. “Nunca houve tantas ordenações em um único ano. Sempre é uma, em alguns anos, houve três. Mas, nunca número tão grande no mesmo ano. Isso nos faz olhar para o futuro com mais coragem”, destaca o bispo, citando que, com os novos padres, a Igreja vai poder servir melhor várias paróquias, que precisam ter mais de um sacerdote.
A ordenação sacerdotal é individual e celebrada na paróquia de origem do seminarista. Todas acontecem no segundo semestre deste ano. A primeira, de Wagner Oliveira da Silva, está marcada para 30 de julho, em Telêmaco Borba. Em agosto, serão três ordenações: dia 6, Álvaro Luiz Martins Nortok (Irati); dia 13, Edvaldo Halat Carneiro (Piraí do Sul), e, dia 27, Kleber Alexandre Pacheco (Ventania). Em setembro, dia 17, será ordenado Adevilson Dias de Lara, em Reserva, e, dia 1º de outubro, Daniel Farago, em Ponta Grossa. Normalmente, depois de ordenados, os sacerdotes ficam nas paróquias onde moram as famílias até o final do ano. No início de 2018, podem ter designações diferentes, definidas pelo bispo.
Para Álvaro Nortok, a expectativa sempre se concentra no serviço à comunidade e na permanência no amor de Deus. “É ajudar as pessoas a se aproximarem de Jesus e atualizar para a comunidade as palavras de Cristo. Espero que Ele me dê a graça de ser fiel e contribuir eficazmente na partilha do Evangelho a todos aqueles que puder”, ressalta. Nortok entrou para o seminário aos 21 anos. Até então, estudava, trabalhava, namorava. “Deus continuou a enviar seu convite, que eu havia recebido aos 17 anos, durante um retiro. Somente ali deixei tudo pra trás e decidi entrar no seminário”, conta.
Com Edevaldo Halat Carneiro foi mais ou menos parecido. Nascido em Piraí do Sul, ele entrou para o seminário aos 24 anos. “Tinha cursado o Ensino Médio, trabalhava, mas sentia que faltava algo. Este momento é de gratidão. Gratidão a graça de Deus e às pessoas, à comunidade que rezou por mim. Vocação é estar a serviço do Povo de Deus. Um grande dom que a Igreja confirma”, resume. “Acredito e creio que Deus chama cada um pelo seu nome e escolhe para uma vocação específica. Me sinto confiante, com todas as minhas fragilidades, mesmo assim acredito que Deus tem um propósito e ele é Ele conduz o chamado, a missão”, comenta Adevilson de Lara.





















