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Gaeco deve iniciar atividades em PG ainda no primeiro semestre

Grupamento deve começar a atuar ainda no primeiro semestre desse ano. Lideranças da cidade ressaltam importância da atividade

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Afonso Verner

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Grupamento deve começar a atuar ainda no primeiro semestre desse ano. Lideranças da cidade ressaltam importância da atividade

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deverá estar atuando em Ponta Grossa até o final do primeiro semestre. Essa é a previsão do procurador de Justiça, Leonir Batisti, coordenador estadual do Grupamento. O município receberá a sétima cidade no Paraná a receber uma unidade do Gaeco – a notícia foi comemorada por lideranças políticas. Atualmente o prédio que irá receber o Gaeco passa pelos últimos ajustes.

De acordo com Leonir, a equipe do Gaeco está em fase final de composição – além de um promotor do Ministério Público, também irão compor o grupo policiais civis e militares. “O Gaeco tem uma atuação muito especial e importante nos chamados crimes de colarinho branco e também contra a criminalidade organizada, acredito que a equipe do Grupamento irá dar uma contribuição importante para a cidade”, contou Batisti.

A sede do grupamento ficará em um prédio nas proximidades do Fórum Estadual, em Vila Oficinas, no chamado Centro Judiciário da cidade. “O prédio está passando pelas últimas adaptações e agora estão em andamento a compra dos equipamentos de escritório”, explicou Leonir. Além de Ponta Grossa, as cidades de Curitiba, Londrina, Maringá, Foz do Iguaçu, Cascavel, Guarapuava e Francisco Beltrão.

Segundo Batisti, mesmo que a sede do Gaeco seja instalada em Ponta Grossa, os profissionais do Grupo deverão atuar em casos em toda a região dos Campos Gerais. “Temos uma demanda muito grande de atividade para o Gaeco em vários municípios vizinhos de Ponta Grossa, a perspectiva é que os profissionais atuem em investigações em várias cidades”, comentou o coordenador estadual.

Leonir lembrou ainda que a instalação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado é uma reivindicação antiga das lideranças da cidade. “Há muitos anos os representantes políticos de Ponta Grossa reivindicam a presença do Gaeco na cidade, tanto pela importância política e econômica do município como diante do crescimento da próprio crime organizado em PG e na região”, explicou.

A expectativa é que inicialmente o Gaeco seja conduzido em Ponta Grossa pelo promotor Antonio Juliano Albanez, atualmente lotado na 2ª Promotoria do Ministério Público da cidade. Batisti afirmou que os outros membros da equipe ainda estão em processo de seleção e preferiu não adiantar nomes.

Presidente da Acipg comemora perspectiva

O presidente da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (Acipg), Douglas Taques Fonseca, comemorou a chegada do Gaeco ao município. Na visão de Douglas, a atuação do Gaeco será de fundamental importância para o setor político e até mesmo econômico da cidade. “Hoje o Brasil vive uma crise que não vem do setor econômico, mas sim da área política, é uma falta de credibilidade que afeta todos e que deixou um número fantasmagórico de desempregados”, lembrou Taques.

De acordo com o presidente da Acipg, a Associação irá apoiar, no que for preciso, a instalação do Gaeco na cidade. “A chegada do Grupo é muito importante, Ponta Grossa tem algumas investigações que precisam avançar e nesse sentido o Gaeco será fundamental para o município e para quem quer o bem da cidade”, explicou Taques. 

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