Vacina contra a gripe já está disponível na rede particular
Em alguns locais, dependendo do número de aplicações, é possível obter desconto

Clínicas particulares em Ponta Grossa já estão comercializando vacinas tetravalentes, empregadas no combate à gripe. Os lotes com os medicamentos foram recebidos na última sexta-feira (24). O valor neste ano sofreu um reajuste de pouco mais de 9%. Sendo assim, a dose está sendo vendida a R$ 120,00. Em alguns locais, dependendo do número de aplicações, é possível obter desconto ou uma forma diferenciada de parcelamento no preço final.
Em uma das clínicas consultadas pela equipe de reportagem do Jornal da Manhã, o fluxo de pessoas atrás da vacina aumentou significativamente nesta semana. Apesar disso, o local vem comercializando apenas o medicamento para crianças acima de três anos de idade. As doses para o público inferior a essa faixa etária devem chegar somente no dia 15 de abril.
Dentro da rede pública de Saúde, a campanha de vacinação será deflagrada no Paraná a partir do dia 17 de abril. O encerramento também já está agendado: 19 de maio. A princípio, o prazo não será prorrogado. “Os paranaenses terão mais de um mês para buscar uma unidade de saúde e se imunizar contra a Influenza. Nosso público-alvo passa de 3 milhões de pessoas e a meta é vacinar, no mínimo, 90% delas”, disse o secretário de Estado da Saúde, Michele Caputo Neto.
A mobilização nacional, também conhecida como Dia D, vai acontecer em 6 de maio. Nesta data, as unidades de saúde ficarão abertas durante todo o dia para vacinar a população que pertence aos grupos da campanha. “A vacina tem o objetivo de proteger principalmente pessoas que têm maior risco de desenvolver a forma grave da doença. Deste modo, podemos reduzir também o número de mortes por gripe”, explica a chefe do Centro Estadual de Epidemiologia, Júlia Cordellini.
Fique por dentro do público-alvo da campanha
O público-alvo inclui pessoas com 60 anos ou mais, crianças de seis meses a quatro anos de idade, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), profissionais de saúde, indígenas, portadores de doenças crônicas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional. Para 2017, o Ministério da Saúde também acrescentou os professores do ensino regular e superior de escolas públicas e privadas.





















