Prefeitura de PG mantém estado de alerta na cidade

Nesta segunda-feira (09/06), numa ação integrada, a Defesa Civil e o Serviço de Obras Sociais (SOS), prestaram assistência social às famílias da Vila Cipa, prejudicadas pela forte chuva registrada no fim de semana. Apesar de fortes e constantes, as chuvas dos últimos dias não deixaram desabrigados no município - somente alagamentos e prejuízos menores foram registrados. No final de semana, 32 famílias foram atendidas pela Defesa Civil, a maior parte no Jardim Canaã, Vila Margarida e Vila Cipa. Parte da rua Londrina teve que ser interditada devido ao risco de desabamento.
Desde o sábado (07/06), a Prefeitura de Ponta Grossa, a Defesa Civil e o SOS vêm trabalhando em ações com as famílias que vivem nas áreas de risco iminente do município. Ainda no final de semana, o prefeito Marcelo Rangel decretou Estado de Alerta no município e, desde então, todos os setores da administração municipal estão de prontidão. Todas as áreas de risco - regiões em que é proibida a construção de casas ou instalações - estão sendo constantemente monitoradas pelos órgãos responsáveis.
Na Vila Cipa, três famílias foram fortemente atingidas. As casas ficam em uma área de risco, próximas ao arroio de Olarias, e elas devem ser retiradas do local. Valdinéia Paitch e seus dois filhos estão nesta situação. Nesta segunda-feira, a presidente de honra do SOS, Simone Kaminski de Oliveira, e a superintendente administrativa do SOS, Isane Gewehr, juntamente com o coordenador da Defesa Civil, Edmir de Paula, visitaram a casa de Valdinéia. De imediato, foram doados cobertores e alimentos. Num segundo momento, a Defesa Civil irá trabalhar para que Valdinéia, inscrita no programa da Prolar, receba a casa, já que se trata de uma situação de risco. “Estamos todos os dias acompanhando de perto e ajudando na medida do possível as famílias prejudicadas pela chuva”, atesta Simone.
A Defesa Civil vem alertando à população sobre os riscos que podem ser causados pelas fortes chuvas previstas para os próximos dias. Todas as famílias que estão em regiões críticas já foram informadas dos riscos que correm e devem, ao sinal de desmoronamento ou alagamento, deixar as residências. Os moradores devem ficar atentos ao escoamento de água no terreno, às trincas nas paredes das casas, sinais de deslizamento, etc.





















