Cescage apresenta pesquisa para Liga de Mastologia
Estudantes do curso de Fisioterapia apresentaram trabalhos de conclusão de curso para participantes da Liga de Mastologia, que reúne profissionais de todas as áreas da saúde.

Estudantes do curso de Fisioterapia apresentaram trabalhos de conclusão de curso para participantes da Liga de Mastologia, que reúne profissionais de todas as áreas da saúde.
Os acadêmicos do Curso de Fisioterapia, das Faculdades Cescage, apresentaram nesta terça-feira (21), seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). As apresentações foram feitas para os participantes do grupo Liga de Mastologia, que reúne vários profissionais de todas as áreas de saúde. O grupo realiza reuniões periódicas para discutir novos avanços sobre o câncer de mama.
Os estudantes observaram durante a pesquisa de TCC, temas relacionados ao desempenho da fisioterapia no combate ao câncer de mama. Entre os temas abordados cita-se a importância do profissional fisioterapia e de sua atuação na preparação das pacientes para as sessões de radioterapia, que inclui a redução da restrição de amplitude de movimento para o ideal posicionamento nas sessões de tratamento. A professora responsável no acompanhamento dos alunos doutora Larissa Marques comentou sobre o crescimento deste campo de atuação. “A oncologia tem crescido como campo de atuação para o fisioterapeuta, uma área promissora devido ao número crescente de casos de câncer de mama no país”, falou.
Câncer de Mama
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o Câncer de Mama é o tipo mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma, respondendo por cerca de 25% dos casos novos a cada ano. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença. Em 2016, o INCA confirmou que a doença também é a primeira mais frequente nas mulheres da Região Sul. O INCA apontou que o câncer de mama representa 25% entre os dez cânceres mais incidentes nas sulistas, são 74,3 casos da doença para cada 100 mil mulheres.
Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. Estatísticas indicam aumento da sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento. Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, outros, não. A maioria dos casos tem bom prognóstico.
Informações da Assessoria de Imprensa.





















