VCG desmente declaração de presidente do sindicato
Na manhã desta segunda-feira (2) a equipe do Portal aRede publicou uma matéria com as mensagens recebidas do sindicalista Ricardo Peloze, afirmando que uma proposta para liberação das catracas foi feita como condição do fim da paralisação do serviço em Ponta Grossa, e a empresa teria negado este acordo. Segundo a assessoria de imprensa da Viação Campos Gerais, esta declaração não é verdadeira.
Ricardo Peloze, presidente do sindicato, enviou uma mensagem (SMS) no celular da redação do Jornal da Manhã e do Portal aRede relatando que na última reunião com o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) uma nova proposta foi feita para a Viação Campos Gerais (VCG). De acordo com as informações de Peloze, se a empresa concordasse em liberar as catracas para os mais de 100 mil usuários do serviço, os trabalhadores voltariam a trabalhar com 100% da frota.
“Mario, ontem (sexta-feira) no tribunal, em respeito aos usuários do transporte coletivo, sugerimos que se a VCG concordasse em liberar as catracas livres a todos os usuários, nós trabalhadores, em respeito a eles, voltaríamos às atividades normais até sair o julgamento no TRT, porém mais uma vez a VCG se recusou” disse o sindicalista.
Minutos após a publicação, a assessoria de comunicação da VCG destacou que as declarações enviadas pelo sindicalista não são verdadeiras. A empresa citou a ata da última reunião, e ressaltou: “Conforme pode comprovar através deste documento, as declarações do presidente do sindicato são inverídicas. O sindicato sabe que se quisesse beneficiar a população ele deve abrir mão do prazo para apresentação da defesa. Por que não o faz? A defesa já poderia ter sido apresentada. A VCG abriu mão do seu prazo e apresentará suas argumentações em um tempo máximo de 48 horas, podendo ser antecipado”, reforça.
A greve completa hoje 15 dias, e a população implora pela volta total da frota que atende mais de 100 mil usuários na cidade.





















