Operação prende policial militar de PG em Maringá
Ação foi desencadeada na madrugada desta segunda (13), pela Corregedoria da Polícia Civil, com apoio do Gaeco. Policiais são suspeitos de cobrar propina para ‘liberar’ contrabandistas.

Ação foi desencadeada na madrugada desta segunda (13), pela Corregedoria da Polícia Civil, com apoio do Gaeco. Policiais são suspeitos de cobrar propina para ‘liberar’ contrabandistas.
O Ministério Público do Estado do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Ponta Grossa e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Curitiba, com apoio da Polícia Militar e da Corregedoria da Polícia Civil do Paraná, cumpriu na manhã desta segunda-feira (13) cinco mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão contra policiais civis e militares, investigados por exigir propina de contrabandistas de cigarros. Os mandados, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Ponta Grossa, foram cumpridos nas cidades de Ponta Grossa, Curitiba, Maringá, Nova Esperança e Colorado.
Dentre os presos está um policial militar, que morava em Ponta Grossa, mas atua em Maringá, no Norte do Estado. A informação foi repassada pelo promotor Antonio Juliano Souza Albanez, responsável pelas investigações nos Campos Gerais.
Os trabalhos da Operação Meqhane, que tiveram início em setembro de 2016, apuram os crimes de concussão (exigência de dinheiro ou vantagem indevida em razão da função) e de organização criminosa. O grupo abordava contrabandistas de cigarros nas rodovias da região de Ponta Grossa e exigia o pagamento de propina para a liberação das cargas.
Araucária
Paralelamente, também na manhã desta segunda-feira (13), foram cumpridos outros dois mandados de prisão temporária contra dois policiais alvos da Operação Meqhane. Os mandados foram expedidos pela Vara Criminal de Araucária, por investigação de tentativa de latrocínio (roubo seguido de morte).
Os dois policiais já são réus no processo da “Operação Aquiles”. Eles foram denunciados pelo MP-PR no início de 2016, por envolvimento em um homicídio ocorrido em abril de 2015 em Rio Branco do Sul.
Um deles foi preso e o outro não foi localizado até o momento, sendo considerado foragido da Justiça.
Com informações da Assessoria de Imprensa.





















