PG tem sete empresas no ranking das 500 maiores exportadoras do país
Entre as maiores exportadoras, cinco delas enviou mais de R$ 325 milhões em produtos para outros países

O município de Ponta Grossa fechou 2016 com sete empresas entre as 500 maiores exportadoras do Brasil. Números revelados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, apontam que, das mais de 50 indústrias que enviaram seus produtos a outros países, cinco delas exportaram mais de US$ 100 milhões durante todo o ano passado – ou seja, mais de R$ 325 milhões, se convertido baseado na última sessão do ano, em 29 de dezembro. Dessas sete empresas, seis são referentes ao setor do agronegócio.
Em relação a 2015, houve mudanças na liderança. A maior exportadora do município no ano foi a Bunge. Empresa que ocupava a terceira colocação municipal no ano anterior, sendo a 252ª maior exportadora do Brasil, agora assumiu a liderança, se destacando na posição 176 no ranking nacional, com mais de R$ 100 milhões em produtos exportados. Na sequência, se destaca a Cargill, que era a quarta colocada, e agora escalou para a segunda posição. No ranking nacional, a unidade local da multinacional norte-americana passou da posição 261 para 189.
A Nidera Sementes, que era a única no ‘top 200’ em 2015 (posição 114), líder municipal, perdeu três posições. Ela fechou 2016 na terceira colocação local e na 202ª nacional. Ela foi seguida por outra multinacional do agronegócio, a Louis Dreyfus, que também perdeu duas posições em relação a 2015 e fechou 2016 na quarta posição local e 234ª nacional.
A única indústria não relacionada ao agronegócio que aparece entre as primeiras do ranking é a Tetra Pak. A multinacional subiu uma categoria e, ao invés de estar enquadrada entre as empresas que exportaram entre US$ 50 milhões e US$ 100 milhões, agora está no topo, entre as que exportaram mais de US$ 100 milhões, conforme a categorização por valores do Ministério. A quinta posição local foi mantida, mas escalou posições no ranking nacional, ao passar de 397ª para 341ª.
Outras três empresas exportaram entre US$ 50 milhões e US$ 100 milhões. Foram as empresas Copco (que se aproximou muito dos US$ 100 milhões), Biosev e Cargill. Já entre as empresas que exportaram entre US$ 10 milhões e US$ 50 milhões, houve um aumento de três, em 2015, para quatro em 2016. Em ordem, foram a L.P Brasil OSB, a Crown a Heineken e a Continental. Esta última foi a que escalou mais posições, já que, em 2015, exportou pouco menos de US$ 5 milhões em produtos.
Klabin é a líder regional
Apesar dessas unidades de multinacionais instaladas em Ponta Grossa terem registrados valores expressivos nas exportações, nenhuma delas foi a que mais exportou, quando feita uma análise regional. Esse título fica com uma empresa estreante no ranking: a Unidade Puma, da Klabin, instalada em Ortigueira, que iniciou a produção no ano passado. Ela aparece com a 137ª maior exportadora do Brasil. No total, em 2016, ela exportou cerca de US$ 265 milhões (cerca de R$ 860 milhões) em celulose.
Líderes em PG
Pos. Empresa Evolução em relação ao ranking de 2015
1º Bunge Alimentos+2
2º Cargill Agrícola +2
3º Nidera Sementes-2
4º Louis Dreyfus -2
5º Tetra Pak 0
6º Cofco +1
7º Biosev -1
8º Cargill Agrícola 0
9º L.P. Brasil OSB +2
10º Crown Embalagens0





















